domingo, 31 de agosto de 2008

Tempo, mano velho




31 de agosto... meu Deus, e esse mês que não passa?

sábado, 30 de agosto de 2008

DJ Avan


Foto: Péricles Mendel/cidadeverde.com

A parte séria:

O público teresinense comprovou na noite do último sábado (29), no Atlantic City, por que Djavan é um dos cantores mais celebrados da MPB. Unindo em seu repertório canções consagradas e músicas de seu mais recente álbum, “Matizes” (que foi lançado em 2007 e dá nome ao espetáculo), o cantor alagoano e os premiados músicos de sua banda esbanjaram entrosamento entre si e empatia com o público. Há quatro anos Djavan não se apresentava em terras piauienses e mais uma vez arrasou.

Teresina foi a primeira capital do nordeste a receber a nova turnê de Matizes, produzida e roteirizada pelo próprio cantor, tendo a participação de seus filhos Max Viana, na guitarra e voz, e João Viana, na bateria. Um espetáculo concebido e executado em família para agradar aos exigentes fãs de Djavan. Matizes é um show mais romântico que “Milagreiro”, apresentado em 2004; apenas no final do espetáculo o cantor lança mão de canções mais dançantes, como “Boa Noite”, “Sina” e “Lilás”.

No repertório, clássicos da MPB que consagraram o cantor, como “Oceano”, “Flor de Liz”, “Eu te devoro”, “Se” e “Meu-bem-querer”. Além disso, boa parte do público pôde conhecer as novas composições de Djavan presentes em Matizes, mas que não chegaram a empolgar: “Pedra” e “Delírio dos Mortais” estão entre as mais envolventes delas. Uma boa surpresa do show fica por conta da interpretação da canção flamenca La Leyenda del Tiempo, do espanhol Camaron de La Islã - de quem o alagoano afirma ser fã.

Além dos dois filhos de Djavan, a excepcional banda que acompanha o cantor traz os renomados Sérgio Carvalho no baixo e voz, Renato Fonseca nos teclados e voz, Josué Lopez nos saxofones, François Lima no trombone e voz e Walmir Gil no trompete e voz. De Teresina, Matizes segue para Fortaleza (CE), Campina Grande (PB), e João Pessoa (PB).

Resumindo: um show lindo - como tudo que vem de Djavan (fãzona mesmo)!


O making-off

Passados quaro anos, estava lá eu de novo, extasiada com a imagem de Djavan no palco. Era como se a voz macia dele cantasse apenas para mim, apesar de o espaço central do Atlantic ter sido destinado às mesas e os reles mortais terem de se contentar em ver o show das laterais. Carlos, Aline, Dan, Itamara, Larissa, Flávio e eu, por exemplo, posicionamo-nos estrategicamente ao redor de uma lixeira (local onde, sem sucesso, o Fábio Lima tentou me jogar por motivo ainda desconhecido).

Depois de uma 1h40 djavaneando e de finalmente a Biá ter escutado Oceano (a semana me pareceu tão longa ouvindo-a cantar essa música a todo momento...), fomos (sem Larissa e Itamara, diga-se) dar aquela velha 'esticadinha'. Mas o 'dinha' é mais um tratamento carinhoso, porque em se tratando daqueles meninos, só existem 'esticadonas'. Após ser literalmente carregada pelo Fábio Lima, de conversas "fenonimais" no Gostosão, em pleno complexo cultural do JEF (vulgo João Emílio Falcão), das 15 idas da Aline ao 'toalete', do Carlos cainda do sono, e das 15 saideiras servidas, finalmente conheci o famoso mercado da Piçarra.

Na verdade, não sei se cheguei a conhecê-lo. Quando se toma uns quatro copos de cerveja com sal, é incrível como o mundo gira, a sua cabeça pesa e o sono bate. Especialmente quando você não costuma beber... as coisas só pioram. Crianças, não façam isso em casa. Às 6 da manhã em casa, às 8 e meia no trabalho. Tenho até medo de como vai ser depois do show do Fagner.

Resumindo: morta, mas satisfeita!


Kisses (numa vibe London 2012)

* Lembrança de um beijo - Fagner

Dor

Independente de todas as especulações que se tem feito em relação ao acidente envolvendo o Wilson Martins Filho, só há uma certeza em toda essaa história: só os pais dele sabem a dor que estão sentindo.

Não adianta... a não ser que você passe/tenha passado por situação semelhante, jamais compreenderá o tamanho desse sofrimento.

Como eu costumo dizer, deveria haver uma lei natural que não permitisse a morte dos filhos antes dos pais. Sei que isso é impossível, mas seria menos injusto.


:/

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Uma vez Marista...

Essa é para o pessoal da época do Marista (nem adianta ler se não for daquele tempo -sério, rsrs), para aqueles que, como eu, não lembram da metade das tosquices que o Lucas lembra:

"lembro da gente cantando legião na rua. das tardes no colégio, das festas, tinha festa a cada 15 dias naquele colégio.
que a gente carregava aquela bola nojenta de handebol pra todo canto.
a gente era da galerinha popular do colégio. tu porque era inteligente e amiga da daiane, do bruno e do carlos henrique, as estrelinhas esportivas. e eu, a pessoa mais insignificante do colégio, virei amigo do carlos henrique, o maior popstar de lá!!!
lembro do velorio da bruna :/ de como eu me senti desesperado quando pensei que tivesse sido a minha bruna:/ tu chamava o daniel sapão de dom gerônimo.
lembro da vez que a gente faliu o banco do banco imobiliario.
e que tu era melhor que eu em mário x.x (obs: EU ERA MUUUUITO MELHOR QUE ELE)
lembro da bia vomitando em mim. aliás, esse episodio da bia vomitando em mim é lendário.
da carta do irmão do marcos, aquele que morava na frente da casa da bruna, quando ele fugiu, ele dizendo que o unico arrependimento dele foi não ter beijado ela. aí ele fugiu de patins, e encontraram ele 15 km na direção de mangabeiras.
e da consolação dizendo que eu fui eleito o aluno mais infernizante das sétimas séries no conselho de classe euehuehuhwuhw.
ah, e da bruna enchendo a mão na cara do haroldo *-* essa é lendária.
da bruna me mandando tomar no cu! ahauhauhauhauha
da bia e taís gastando horrores com o povo e fazendo contas quilométricas tb e todo mundo fingindo que não sabia que elas surrupiavam aquela grana (juro que eu não sabia disso, Lu)"



Eu também sinto, Lu!


E eu lembro que o Douglas e eu passávamos as aulas trocando bilhetes e conversando putaria e ainda tirávamos as melhores notas da sala (depois da Régia, claro, porque ela estudava).
Lembro das tardes na AABB: Vanessa, Bruno, Carol e Lucas. Tu gostava da Carol, que gostava do Bruno, que gostava de mim... bem, não lembro de quem eu gostava naquele tempo. eu era tão "fácil".. rsrsrs
Ninguém pensava em viajar nas férias de julho porque é a única época que Balsas "bomba".
Lembro de todo mundo querendo juntar a Daiane e o Henrique.
Das meninas que entraram no handbol só pra serem alunas do Williams.
Das tardes na casona da Francinie comendo brigadeiro com pipoca. Lembro que o pai dela parecia o ratinho e tinha um carrão com placa do paraguai.
Que a tua tia chamava a gente de ET e Rodolfo porque tu era nanico.
Da gente procurando promoções no Mateus (não com a mesma graça de hoje).
Eu que nunca comprava fitas de Nintendo porque roubava as tuas.<
Lembro que tu roubava os meus questionários e revisões 15 minutos antes das provas e jurava que ia tirar nota boa.
E eu não me dava com Ludmilla, Cel, Dianne e hoje é são pessoas do meu coração. As convocações, os ensaios e as Olimpíadas... eitaaa!! Bronze em João Pessoa e porque só havia 5 times. Lembro que naquele tempo ngm queria saber de internet, a gente passava maior tempão na rua e era mesmo muito feliz.
Bjos!


* Ainda bem - Vanessa da Mata

Tentativas




Do e-mail que escrevi para uma amiga sobre um assunto que não tinha nada a ver com isso:



"...desde que danilo morreu, eu to mais sensivel. tava até menos estranha, mas a morte do filho do wilson martins por causa de acidente de carro mexeu demais comigo. entre outras coisas, a morte de danilo me serviu como mais uma prova de que as pessoas podem sair da nossa vida de uma hora p a outra. não é justo que a vida faça a gente deixa-las de lado. e não estou dizendo que isso que está acontecendo com a gente. só estou dizendo que a gente dá valor demais a coisas que não têm tanta importancia e deixa o essencial p depois. ele morreu e eu não posso mais consertar as bobagens que fiz. e chorar já não resolve mais. consola, mas não resolve. nem pra mim, nem pra ele..."



Moral da história: na dúvida, peça desculpas, diga que ama, tente, tente novamente. Se não der certo nem assim, deixe pra lá - tudo se supera. O que não vale a pena é colocar seu orgulho (seria mesmo isso??) acima do que realmente importa para você.




Bjs!! ; )



* Além do que se vê - Los Hermanos






terça-feira, 26 de agosto de 2008

Quatro anos é muito tempo


Quatro anos atrás eu deixava o submundo dos secundaristas e (como diria Aline) 'adentrava' ao Olimpo universitário. Não mais fardinha do Diocesano, não mais seis horas diárias de aula e tantas outras de estudos. Não mais a companhia de Ricardo Feltre, Cláudio Vicentino nem Sônia Lopes para cima e para baixo dentro da mochila. O primeiro dia foi aquela festa. Tivemos até teve 1 aula.. aquele esquema: qual seu nome, onde você estudava, por quê escolheu o curso? E eu: eu gosto de escrever, sempre achei jornalismo interessante.

Todo mundo curioso. Todo mundo empolgado. Todo mundo novinho. Todo mundo tentando se entrosar. Todo mundo lanchando no Mário junto. Todo mundo indo pro bar junto. Todo mundo inventando motivo pra fazer festa aos finais de semana. Todo mundo muito amigo. Todo mundo feliz por estar ali junto a todo mundo.

Mas, como diz a propaganda: "quatro anos é muito tempo"

Quando você se dá conta, está indo para a Universidade de havaianas, passando mais tempo fora da sala de aula do que dentro dela, fazendo prova e apresentando trabalhos "no talento", metendo-se em movimento estudantil, participando de calouradas três meses depois do início do período letivo, tomando gosto pela mesa do bar (mesmo sem beber - no caso das exceções), tendo mais afinidade com pessoas de outros cursos que com os seus colegas, aliás, você acaba (literalmente) mal falando com a maioria de deles.

Você vai percebendo que está virando adulto, abre uma conta universitária, ganha talão de cheques, cartão de crédito e começa a sofrer para dar conta deles. Arranja um estágio que lhe dá tanto prazer quanto estresse, pára de pedir R$ aos seus pais e - não tem jeito!, vê que é mesmo um adulto. Você descobre que todas as teorias que você aprende na Universidade, quase nunca vão lhe servir no seu ambiente de trabalho explorador-capitalista.

Comigo foi assim.

Mas é claro que valeu a pena, ê, ê!


Aaaaah, ia esquecendo, fui (fomos) aprovada (aprovadas - Lívia e eu) com 10!! Ê!!

Bjos ; )




P.S.: Ao som de "Blá, blá, blá... Eu te amo" (??) - Lobão

P.S.: Jáder, boa sorte! Que tudo dê certo nessa nova fase da sua vida. Clichê, eu sei. Mas é sincero! E, Lívia, fica bem. Beijos especiais aos dois!


Tensão pré-TCC

Esmalte? Unhas? Isso não me pertende mais!
E pensar que eu nem estava nervosa até duas horas atrás...

(Defesa do TCC, hoje, às 14h, auditório do Palácio Pirajá)

Como diria Biá, "coraaaaagem"!



Bjs ; )