sábado, 20 de dezembro de 2008

O FAX

Tava devendo:






Só pra ninguém sair por aí dizendo que toda aquela história do FAX do Alberto Silva é fruto de minha frutífera imaginação... tah, três metros é realmente exagero meu; mas ele existe. E manuscrito.

BjoS!!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Homens..

Momento recordar - a adolescência - é viver:



B. diz:
lembra q eu fazia tudo pra vc?
Vanessa!! "... sempre em letras garrafais..." diz:
mas isso podia muito bem ser coisa de amigo
B. diz:
Nessinha
B. diz:
vc sabe q não existe isso
B. diz:
não há uma amizade tão assim
Vanessa!! "... sempre em letras garrafais..." diz:
e fora que tu namorava minhas amigas
Vanessa!! "... sempre em letras garrafais..." diz:
kkkkk
B. diz:
pois é
Vanessa!! "... sempre em letras garrafais..." diz:
e era apaixonado por todas elas
Vanessa!! "... sempre em letras garrafais..." diz:
kkkkkkk
B. diz:
pra mostrar
B. diz:
pra vc q era o melhor namorado do mundo


Pq os homens fazem tudo errado??


Saudades...


* Cold Play

sábado, 13 de dezembro de 2008

Entrada

Indigno:

O convite da festa de entrega do Prêmio Contribuintes deixava bem claro: traje passeio completo. Porém, alguns convidados ignoraram a recomendação ou não conseguiram um terno e foram com traje esporte fino. O que foi feito? Os seguranças, sutilmente, impediam essas pessoas de entrar e as convidavam a voltar para casa e buscar um terno. Geeeente, o que é isso? Como não entendo nada de etiqueta, dei uma pesquisada e minha colega Glorinha Kalil me contou que não se pode impedir as pessoas de entrarem numa festa por não estarem trajadas adequadamente - desde que não seja algo estapafurdio, como alguém de regata e bermuda quando o traje sugerido é black-tie.



Super digno:

Mas já que estavam mandando os sem-terno embora, os seguranças do Contribuintes deram "vai desculpando aê, amigão" para Vinicius Dias, filho do gov. Achei muito digno - se bem que talvez eles nem soubessem de quem se tratava. Achei mais digno ainda Vinicius não ter dado a boa e velha carteirada ou soltado o "você sabe com quem está falando?". Ele bem que poderia ter dito "ah, eu sou filho do governador e foi ele quem assinou o papel liberando a grana pra essa festa acontecer". Mas, não. Não reclamou, não ligou para nenhum assessor do pai dele, apenas voltou para casa e pegou um bendito terno. Educação é uma coisa realmente muito digna!


Falta total de dignidade:

Uma colega minha (não vou dizer o nem para não fazer o fuxico, mas todo mundo vai saber de quem se trata se continuar lendo...) foi educadamente convidada a ir em casa e trocar seu blusão, sua calça de malha cigarrete vermelha e suas sandálias de velcro por algo decente. Meio surda, pediu para o segurança repetir. Meeeeeeeeeia hoooooooooora depoooooooooooois, quando entendeu o que estava acontecendo, soltou um sonoro: "AAAAAAH, VÁ-SE À MER-DA!!". Adooooouro esse povo da high society!


BjoS!!

(não) Veja

Capa de Veja: "Vida e morte de novela" - sobre o caso Suna Vieira/Marcelo Silva




Quando recebi a newletter do editor da revista apontando os assuntos mais interessantes de Veja esta semana, levei um susto logo ao ver o assunto do e-mail. Ao ler o comentário, resolvi dar uma chance à matéria de capa e a seu autor: "Muitos leitores podem se perguntar por que VEJA tem de dar tanto destaque ao que parece um assunto de tablóide sensacionalista. A leitura da reportagem responde a isso". Tem razão.

Li. Não gostei. Matéria carregada de lições de moral (para Susana Vieira, para Marcelo Silva, para Fernanda Cunha, a amante do ex-PM, e para você leitor, claro - afinal, Veja é suprema!) e praticamente sem nada que já não tenha sido noticiado em jornais e sites noticiosos.

A Veja tem se superado no quesito "julgamento de valor". Antigamente, isso se restringia às editorias de política e economia (o que já é um absurdo), além das colunas assinadas (que é normal). Depois passou para as páginas de cultura e comportamento. Agora ganha as matérias de capa.

Mais uma daquelas matérias que me mostram o quanto fiz bem em economizar os R$ 49,90 mensais que pagava à Abril.


BjoS!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Férias!!

Depois de me jogar em frente ao carro do gov. (e ser muito bem recebida, diga-se), de passar exatas 11h na redação em um único dia, de me enrolar toda com três freelas complicadíssimos, de esquecer o aniversário da Mah (e de ter deixado pra ligar depois dando parabéns atrasado e esquecer isso também), de sair correndo umas 10 quadras da parada de ônibus até a minha casa com medo de qualquer pessoa que se aproximasse de mim de maneira suspeita (leia-se: assaltante em potencial), percebi que estou mesmo precisando de férias com urgência.. e agosto ainda está tão longe!!

Comitiva

Vocês sabem que o ministro Gilmar Mendes, presidente do STF, estará hoje em Teresina, né? E sabem que ele vai lançar o projeto-piloto do programa "Casas de Justiça e Cidadania", não é?

O que vocês ainda não sabem é que o todo-poderoso (Amém!) vem em um avião da FAB (!!), acompanhado por uma comitiva faraônica (!!!!), e, dentre os integrantes dessa comitiva estão 20(VIN-TE) jornalistas de veículos de comunicação de várias partes do país.




Acho que desde a história do grampo ele está mal acostumado com esse negócio de aparecer demais... ou então ele sempre gostou e eu não sabia! De qualquer modo, eu estarei lá, toda ouvidos, à espera de alguma declaração bombástica - jornalista é tudo igual mesmo!


BjoS!!

P.S.': Muito, muito ocupada esses dias (freelas e freelas - graçazadeus). Então, se eu parecer meio estressada ou simplesmente parar de postar uns diinhas, não estranhem.

P.S.'': Niiiiil, bem-vinda de volta ao Ódia!!

*All star - Nando Reis (ao melhor estilo: "atiiiiiiira, covarde!!!")

domingo, 7 de dezembro de 2008

Torcida




Não sei se vocês gostam de futebol ou se acham que é perda de tempo passar 90 minutos vendo 22 caras brigando por uma bola, como diz o João, mas eu gosto. E como fiquei arrepiada com o show da torcida do Vasco em São Januário. Nossa... realmente emocionante. Sério, já tinha pensado em várias piadas e trocadilhos para publicar logo após o "rebaixamento oficial", mas desisti, tamanha a emoção e a bravura de sua torcida.

No mais, parabéns ao São Paulo e um "bem-feito" ao meu Flamengo - não merecia mesmo ir para a Libertadores.

BjoS!!

Vidas passadas

Outro dia, a Dan me perguntou em que ano eu havia nascido, mas eu esqueci de perguntar o que mesmo ela queria com isso. Até que hoje me veio a lembrança...


Vanessa:
pra que tu queria saber o ano que eu nasci aquele dia?
Dan:
saber se tu é mais velha que eu e olhar como foi tua vida passada
Dan:
teu aniversário é dia 30 de maio, 1986 certo?
Vna:
não.. esse é o da francinie, minha amiga que mora no paraguai. eu sou do dia 31
Dan:
kkkkkkkk... aaaaah
Van:
tem nada... todo mundo confunde meu aniversario com o dela mesmo. kkkkk
Dan:
super sou amississima dela... rs
Dan:
vou te mostrar



Você tem 22 anos e 190 dias
Nasceu num sábado, em um belo dia de primavera - que dia animado pra se nascer!
O seu signo do horóscopo chinês: Tigre
O seu signo do zodíaco: Gêmeos
O seu planeta: Mercúrio
A sua cor: Amarelo, Roxo - odeio amarelo!
A sua pedra: Topázio, ágata - topázio é digno!
O seu número base de nascimento: 6 - adoro 6, era o número da camisa do Athirson no tempo em que ele sabia jogar bola..
O significado do seu número base: Harmonia e senso estético (heeein?). Para ter sorte na vida você dever evitar confrontos tanto nos relacionamentos com outras pessoas quanto naqueles de trabalho. Dever utilizar suas habilidades artísticas (que habilidades artísticas, doidooo?) ou a sua diplomacia no campo das relações públicas ou da publicidade.

Você foi homem em sua última encarnação. Nasceu em um território que hoje é Alasca aproximadamente em 1550 (vai ver é por isso meu ódio de frio...). Sua profissão era fazendeiro, pessoa do campo (pessoa do campo, eu? Nem em vidas passadas, meu bem!).

Uma breve análise psicológica de sua vida passada: Procura a verdade e a transparência. Você planeja a sua vida futura, é um idealista e procura um caminho iluminado - idealista? Eu? E aquele papo que as pessaos tentam colocar na minha cabeça de "bruta realista"?

O que você deve procurar nesta vida: Esta sua nova vida deve-se ao fato de você reparar erros com as crianças e os mais velhos. Busque auxiliar em creches, orfanatos e asilos - não gosto de crianças, nem tenho paciencia pra velhinhos. Tô lascada.

Dan:
é por isso que tu mora com a tua vó, doido!
Van:
não, dane... me diz que tu num tah levando isso a sério. Por-fa-vor!


Eu vejo cada uma...

BjoS!!

* Vasco x Vitória

Teresina, a capital mais segura do Brasil

Teresina é a capital mais segura do Brasil, segundo a Secretaria Nacional de Segurança Pública - e isso todo mundo sabe, já que o gov e o Robert Rios não cansam de falar sobre essa glória.


Vou contar uma história real:

Estava eu toda serelepe, passando (hoje - domingão) pela Coelho de Rezende, deserta às 11h (ONZE HORAS DA MANHÃ), quando dois carinhas, no alto de seus 16 ou 17 anos, de bicicleta, começam a gritar lá da esquina: "o celular, o celular, passa logo o celular".

Incrédula, olhei fixamente para o cara que insistia em gritar comigo para saber se era mesmo uma tentativa de asslato (dã!). Ameacei pegar o celular da bolsa... ele começou a pedir a bolsa (porque sempre é assim: a gente dá a mão e eles querem o braço). Não sei por que diabos, acho que por ter percebido que ele estava sem arma (o que não é muito seguro), comecei a resistir. Disse a ele que logo à frente havia um posto do exército (e realmente há) e o coleguinha meliante dele foi passando direto.

Possivelmente, o cara (o que insistiu) é um iniciante, pois não me deu um empurrão, não jogou a bicicleta dele por cima de mim e me deixou correr em paz. Acho que corri uns 500 metros em 10 segundos - quase uma corredora de fundo nas Olimpíadas.

Mas o melhor era ele me xingando: 'bora, desgraçada, dá a bolsa logo anda...'. E eu: 'nada, saaaai'. Fiquei com medo realmente depois que eu sai correndo, olhei para trás e vi que ele estava seguindo na direção contrária, mas olhando pra trás também.

Na hora é tudo tão surreal, é uma violência tão grande... sentimentos de impotência e relutância tomam conta de você. O cara só não me assaltou porque não quis. Só não fez o que quisesse comigo porque não quis meeesmo. E pensar que as coisas são assim em plena luz do dia na capital mais segura do Brasil.



BjoS!!

* Don't Watch Me Dancing - Little Joy

domingo, 30 de novembro de 2008

Manuscritos de Alberto Silva

Esse é um post que está me dando muito trabalho para escrever (leia-se "que me deu muito trabalho"). Em muitas das antigas civilizações ocidentais e orientais era comum a presença de figuras mitológicas. E é exatamente disso que este post trata. Mas não é qualquer mito, trata-se do que se pode chamar de "mito vivo" - e que pelo jeito não vai morrer tão cedo: Alberto Silva. Não sei nem por onde começar... afinal, falar sobre mito não é algo tão simples.

Dizem que todo mundo tem ou terá uma história para contar sobre Alberto Silva; pois bem, eu já posso dizer que tenho a minha. Essa semana, tive a missão de fazer uma matéria especial de página inteira com o hoje deputado federal pelo PMDB em alusão aos seu 90 anos completados no dia 10 de novembro ainda.

"Deputado, eu quero fazer uma entrevista especial, blá, blá, blá... a gente pode fazer por telefone, e-mail.. como o senhor prefere?"
"Minha filha, mande um e-mail. Ligue para o gabinete e pegue o enedreço que eu lhe respondo. Mas faça o seguinte, ANOTE AÍ AS PERGUNTAS".

Como assim, doido??? Ele começou a DITAR as perguntas que eu deveria enviar a ele: "O que o senhor acha disso... O que o senhor acha daquilo...". Certo, enviei o e-mail - com as perguntas que ele porpôs e outras de meu interesse. Na manhã do dia seguinte, ele me ligou. Queria saber até quando poderia me mandar as respostas.

"Ah, outra coisa, não corte nada, sim? Se você cortar vai perder o sentido. Diminua a letra, mas não corte nada".
"Deputado, eu não sei se isso vai ser possível".
"Minha filha, então coloque nas duas páginas, a outra eu pago - só não corte nada".

Sinceridade é tuuuuuudo!!!!


À tarde, um dos assessores dele me ligou para saber qual o número do FAX do jornal porque ele me mandaria as respostas que o deputado ESCREVEU DE PRÓPRIO PUNHO. Três metros de FAX MANUSCRITO... eu tava mesmo achando que as respostas me seriam enviadas por e-mail?? Mas eu sou bobinha..

Transcrevendo os escritos de Alberto Silva, deliciei-me com próclises e acentos diferenciais que já nem existem mais (sêr, rêde - aliás, que eu sabia que um dia existiram). Mas o melhor foram as respostas. Respostas tipicamente albertosilviânicas. Sobre a idéia de ser construída uma marina de água salgada em Luís Correia, o deputado disse o seguinte: "Precisamos é de uma marina de água doce em Parnaíba. Vamos construir um complexo, chamado Portal do Delta, com campo de golfe de 150 hectares de área, e hover croft, barcos movidos a helice de avião, que andam a 80km/h e não tocam nas ondas porque praticamente voam a 90 cm de altura da agua. Claro que ao lado haverá um hotel 5 estrelas".

Também perguntei sobre as perspectivas de seu futuro político. Ele disse que pode ser candidato a deputado federal ou vice-gov, numa aliança PT-PMDB - em morrer ele não pensa, né? Segundo o Marcílio, ele quer ser vice-gov porque sabe que o titular vai morrer antes dele e ele assumirá de qualquer forma.

Kkkkkkkkkkk

Um homem desses, extremanete lúcido, aos 90 anos, duas vezes governador do Piauí, duas vezes senador da República e duas vezes prefeito de Parnaíba, com barca do sal, máquina de arrancar toco, canalização do ar do litoral para Teresina, interligação rodoviária do estado e obras faraônicas nas costas, só pode mesmo ser um mito. E eu ainda preciso postar a foto que eu tirei enrolada nos três metros de fax que ele me enviou...

BjoS!!!!!


P.S.: Lendl, primo do meu (L), parabéns!!!

P.S.': Michelle-Érica-Mara, muito bom o dia hoje com vocês!!!

P.S.'': Daaaaaane, showzão o de Veveta, hein?? (KKKKKK - interna essa...)




* Acelerou - Djavan e Ed Mota

terça-feira, 25 de novembro de 2008

27.01.07

Não lembro como foi nosso primeiro beijo, ou como estávamos vestidos. Lembro o local, não lembro ao certo a data. Mas recordo cada detalhe de como nos conhecemos.

Uma festa para a qual nem pensávamos em ir (num local que tantas vezes freqüentamos juntos - e separados). Um amigo em comum despretensiosamente nos levou até lá. Eu fui para ver o irmão desse amigo, que também era meu amigo, tocar. Mas ele nem apareceu.

Eu meio riponga, com uma bata branca, uma saia curta, havaianas e várias tiras amarradas no tornozelo e no punho. Ele de barba por fazer, camisa branca, estampa com a bandeira do Brasil, jeans e tênis – bem ao seu estilo. Deus, como ele se interessou por mim? Totalmente o oposto de tudo que ele gosta em uma menina...

Gramophone tocando. Eu dançando feito louca em um “salão” praticamente vazio, em frente a um palco escuro. Ele conversando com nosso amigo em comum e com uma amiga minha – que viria a ser amiga em comum e pessoa por ele tão estimada.

No intervalo entre uma banda e outra, um descanso. Um descanso que me derrubou. Nem pensei em levantar para dançar ao som da banda seguinte (que eu também lembro: Madame Butterfly). A conversa estava muito boa para ser deixada de lado. Quem no mundo além de nós estaria se divertindo em um bar falando sobre biodiesel, cotas raciais e futebol?

Na hora de irmos embora, o carro do amigo em comum quebrou. Eu achei ótimo. Poderíamos ficar mais um tempo “juntos”. Não cansava de conversar com ele, de ouvir o que ele tinha a dizer e, já desde então, de discordar. Adorei seu jeito tímido, reservado, desde o primeiro instante. Ficaria com ele naquele mesmo dia. Talvez por isso eu lembre tão bem daquele momento até hoje.


Post interno - 25/11/2008

BjO!!

sábado, 22 de novembro de 2008

Por dentro

"Não adianta, eu sei exatamente o que se passa, principalmente quando você quer esconder.
Aposto que você ainda vira o rosto quando está com raiva.
E que você chora quando se sente sozinha.
Sei que dança no quarto feito uma louca com a música em níveis assustadorament altos.
Quando quer mudar alguma coisa na sua vida, a primeira coisa que faz é pintar/cortar o cabelo.
Você usa sua inconstância como desculpa para tudo nesse mundo.
Morre de medo de gostar de alguém de verdade e se tornar dependente (mesmo eu já tendo te explicado que uma coisa não implica a outra).
Sei que ainda vê os best sellers com maus olhos.
Você cruza os dedos dos pés (jamais me conformarei com isso)pra relaxar.
Morre de dor, mas não toma remédio.
Em geral, fala muito. E fala pelos cotovelos quando se sente insegura.
Sente ciúme dos teus amigos e é amiga até de quem não merece.
Tem um coração mole - mas ser um pouco mais rancorosa não te faria mal.
Apesar dos prejuízos, teu jeito estabanado é o que te faz ainda mais Vanessa (essa eu não entendi, Arthur).
E essa tua cara de metida quando se sente acuada nunca me enganou.
Sempre soube que você é a pessoa mais adorável que eu poderia conhecer."


O que você faz quando uma pessoa que você não vê há cinco anos (e que hoje mora do outro lado do Atlântico) tem total conhecimento sobre você??
Eu me derreto.

Quem tem Arthur Maturo tem tudo!

BjoS!!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Me amarrei

Teresinense pode votar no plebiscito que o Kim do Carangueijo (prefeito eleito)diz que vai fazer para saber a opinião da população sobre a mudança de nome de Luís Correia para Amarração? Tendo em vista que todo teresinense tem um certo direito em relação a LC, eu super votaria a favor.

Primeiro, alguém sabe quem foi Luís Correia ou qual a razão para a cidade se chamar Luís Correia? Nem o Google, após uma breve consulta, deu-me uma resposta razoável. Segundo, cidades com nomes de pessoas (tenham elas sido realmente importantes ou não) parecem sempre menos simpáticas. ALém disso, AMARRAÇÃO, antigo nome de LC, é nome com cara de cidade litorânea, de cidade turística, é um nome convidativo - especialmente para os desesperados por praia que moram na única-capital-nordestina-fora-do-litoral.

Eu tenho uma subpasta na minha pasta de fotos chamada "Luis Correia". Vou me amarrar em renomeá-la para "Amarração".


BjoS!!

De denelybyme.blogspot.com




"Prova de amor

A maior prova de Amor que eu já ouvi na minha vida foi a seguinte declaração:

"eu não quero morrer primeiro que a minha mãe porque ela já sofreu demais nessa vida, não merece a dor de perder um filho"

A autora da declaração é a Van - Vanessa Mendonça (eu, minha gente)- a filha mais consciente e o com o amor mais incondicional que eu já vi - quando o natural é que o incondicional venha dos pais, ou mais especificamente das mães...

quando eu crescer quero ter filhos com a mesma consciência da Van!"


Oooow, isso é só porque a mamis merece!!

BjoS exclusivos para a mamis hoje...

P.S.: brigadinha, Dan!

'S' do Senna

A cabeça (no jargão jornalístico, a introdução que o apresentador de um telejornal faz para "chamar" a matéria): "O piloto brasileiro de automobilismo Bruno Senna, sobrinho de Ayrton Senna, pilotou, pela primeira vez, um carro de Fórmula 1. A enviada especial a Barcelona, Mariana Becker, acompanhou o teste."


O que de fato aconteceu: Bruno Senna e Lucas di Grassi fizeram testes para a Honda - disputando a vaga que poderá - leia-se deverá, deixar de ser de Rubens Barrichello.


"Há 25 anos, aquele que, depois, seria o tricampeão mundial e geraria um mito na história do automobilismo, testava um Fórmula 1 pela primeira vez. Uma Williams, em Donington Park, na Inglaterra. A emoção se repete em Barcelona. Desta vez, com a imprensa do mundo documenta tudo. Bruno é mais rápido do que Lucas, mas os acertos de pneus são completamente diferentes. Os dois têm mais um dia, cada um, para mostrar quem é o melhor.", disse a simpatissíssima Mariana Becker em seu off (aquela parte em que o você ouve o jornalista, mas vê imagens alheias).


Como disse o próprio Lucas di Grassi em uma entrevista outro dia, o peso do nome Senna tem mais apelos midiático e comercial que o dele. Para a empresa pode ser mais lucrativo, caso o talento de ambos seja equiparável. Porém,parece-me um tanto injusto, tanto para quem é escolhido quanto para quem perde a vaga, saber que a decisão foi tomada não pelas condições reais de se tornar um grande campeão, mas pelas chances iminentes de vender a marca de uma escuderia. Como diz o Hugo: o mundo é SU-JO!

Pior que isso, só o Lacombi querendo criar polêmica entre o Nelsinho e o Bruno por causa do antiga rixa entre o pai (Piquet) e o tio (Ayrton) deles... ai, que vergonha de ser jornalista nesses momentos!!



BjoS

Cadê minha cota?

A última zegracice do Congresso: aprovação, na Câmara Federal, do projeto de lei que propõe a reserva de 50% (em extenso, para não restar dúvidas: cinquenta por cento) de vagas para estudantes egressos de escolas públicas. Destes 50% seriam distribuídas reservas, em quantidades proporcionais aos indicadores populacionais do IBGE, para negros, pardos e índios. O próximo passo é a aprovação no Senado.

Como pode? Eu não entendo...

Aliás, nem é difícil de entender. O que eu não consigo é concordar. Por que ir sempre pelo caminho "mais fácil"? Sim, é muito mais fácil empurrar um monte de gente despreparada na universidade e fingir que nosso sistema educacional é muito eficiente.

Concordo com quem quer que seja quando o assunto é "o Ensino Superior no Brasil é uma ilha de exclusão". Realmente o é. Mas isso não se deve à cor das pessoas que concorrem a uma vaga nas universidades, nem à origem de seus antepassados. Isso se deve à precariedade do ensino básico público e à mercantilização da educação, à pequena oferta de vagas nas universidades públicas e à baixa qualidade das mesmas em diversos aspectos.

Ninguém pode ser marginalizado por ter tido condições de estudar em uma boa escola e entrar em boas faculdades. Nas circunstâncias atuais, isso não é demérito nenhum. O Governo Federal deveria investir em educação de verdade. Investir em combate à evasão escolar, em melhores condições de trabalho para professores, em acompanhamento do alunado. Concordo com o Haddah (suspiros...) quando ele diz que as avaliações desempenho são importantes para a busca da melhoria e não para cegar ou execrar. E se todos sabem que caminho deve ser seguido, por que não fazê-lo? Por que insistir em ações politiqueiras e fadadas ao fracasso?

Ok. Na índia, nos EUA e em outros lugares há experiências razoavelmente bem sucedidas em relação a cotas. Mas são contextos sociais e econômicos distintos, em que os próprios sistemas de cotas foram adotados em circunstâncias diferenciadas. O que mais me incomoda é ver que a aprovação desse sistema nada mais vai ser do que mais um aparato para a maquiagem da educação por aqui.


BjoS!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Pelo direito de morrer

"Hannah Jones, adolescente britânica de 13 anos, doente em fase terminal, viu ser-lhe reconhecido o direito a morrer depois de o hospital, em que se encontra internada ter desistido de submetê-la a uma intervenção cirúrgica ao coração" (BBC Brasil)


Diferentemente do que se vem dizendo, o caso não configura eutanásia. Eutanásia é uma morte clinicamente assistida. A escolha de Hannah é pela não continuidade de seu tratamento contra leucemia. Feita esta colocação inicial, vamos ao opiniódramo...

Aos cinco anos, Hannah submeteu-se a um tratamento contra leucemia, à base de medicação fortíssima, que lhe trouxe complicações cardíacas. Após várias cirurgias sem sucesso, sessões infindáveis de radio e quimioterapia, Hannah, com uma maturidade espantosa, desistiu de passar por mais um procedimento cirúrgico e suas mínimas chances de sucesso. A menina alega preferir morrer com dignidade. O caso foi parar no Supremo Tribunal da Grã-Bretanha por ação do Herefordshire Primary Care Trust, que administra o hospital onde Hannah faz tratamento. A entidade desistiu do recurso após a conclusão de uma assistente social de que Hannah está segura de sua decisão. A inglesinha deverá deixar o tratamento e passar seus últimos dias em casa.

Eutanásia, ortotanásia, distanásia, mistanásia, o que quer que seja, nada mais é que o direito de morrer. Por que não? Por que insistir em ver o sofrimento de uma pessoa ou por que dar continuidade a uma vida vegetativa, desprovida da própria essência do que venha a ser existência? Se ninguém tem direito de tirar a vida de ninguém, quem tem direito de prolongar o sofrimento alheio até além do último instante?

Concordo que a esperança de a ciência avançar e dar resoluções às mais diversas enfermidades é um motivo nobre para se insistir na manutenção de uma vida que já nem mais vida é. Porém, não mais nobre do que o argumento usado por Hannah. Morrer com o mínimo de dignidade deve ser direito de qualquer um. Aos que sofreriam com a decisão de "deixar" alguém que se ama morrer, fica o consolo de ter tomado a menos egoísta das atitudes: abdicar da necessidade de ter essa pessoa fisicamente próxima em nome de minimizar seu sofrimento.



BjoS!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

As coisas mudam

Antigamente, quando um cara olhava demais para mim na rua, eu pensava: "poxa, tah me achando gata".
Hoje, eu penso: "vou ser assaltada".

Antigamente, quando alguém chegava perto de mim e eu sentia que seria abordada, já olhava logo para o relógio e dizia as horas para a tal pessoa.
Hoje, eu penso: "vou ser assaltada".

Antigamente, quando eu via criancinhas sujas brincando na rua, eu pensava... não pensava nada...
Hoje, eu penso: "vou ser assaltada".

Antigamente, quando eu saía de um restaurante a alguém com o esteriótipo sem camisa-short lá em baixo-boné se aproximava, eu já ia tirando as moedinhas do bolso.
Hoje, eu penso: "vou ser assaltada"


É, as coisas mudam realmente...

AMARgura

Dane sonhadora: Mas, Van, se até a Bridget Jones encontrou seu Mark Darcy...

Vanessa amargurada: Dane, isso é tão improvável, mas tão improvável, que virou livro e filme!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Lascou-se!

* pra não dar uma de Rafel Campos e dizer: "cara, tomou no c#"

Eh, meu amigo, você se lascou.
Foi inventar de querer consertar tudo de errado que o Juninho fez, agora aguente.
Tem só umas 6 bilhões de pessoas com olhos vidrados em todos os seus passos.
Esse negócio de "vitória da esperança" e de "yes, we can" denota muita expectativa e, como eu costumo dizer, expectativas estragam tudo. 'Grandes Expectativas, Pequenos Retornos'.
Negro, mulçumano e chorão... tá complicado pra ti.
Apoiado por progressistas, negros, hispânicos e jovens, vire-se agora para transformar a maior economia do mundo em uma democracia social, deixando de ser democracia liberal. Como fazer isso? Ah, aí é contigo!
O senhor vai ter de dar um jeito de acabar com essa guerra besta no Iraque, impedir a Coréia do Norte e o Irã de continuarem sues estudos bélicos nucleares e ainda dizer pra Israel que está tudo acabado entre vocês.
Se você não conseguir, vão te culpar. Se não der certo e o teu país for invadido ou atacado por misseis, bombas nucleares e aviões, a culpa vai ser tua do mesmo jeito.
Fora que você ainda vai ter o Chavez pra encher tua paciência.
Ah, e ainda vão colocar a culpa em você caso aconteçam tsunamis, furacões ou tempestades intertropicais de qualquer intensidade.
E se o Phelps sofrer algum tipo de lesão e tiver de parar de nadar, já sabe, né? Isso, culpa sua!
Ontem, no supermercado, ouvi um cara profetizando: 'Esse aí (no caso, você) não dura muito não. Vão (sujeito indefinido) matar e é cedo.'
E se você morrer, fica o Biden. Aí, sim, vai ficar tudo bem, ninguém liga para o Biden mesmo...




Olha lá, quem avisa amigo é; a Biá é minha amiga e os parentes dela são meus amigos também...

BjoS!! :)

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Teorias exatas



Geniaaaal!!

Pq ando muito sem tempo para postar algo útil, mas com tempo de sobra para ver besteiras na internet.

BjoS!!

sábado, 8 de novembro de 2008

Flávio Meirelles por Flávio Meirelles

Flávio Meirelles way of life:

Rivanildo Feitosa: Flávio, o que uma mulher jamais pode fazer, caso não queira lhe perder?

Flávio: Não pode tirar a sandália em formatura.

(!!!)


Só porque eu tô ficando especialista em falar da vida dos meus amigos em coisasdevanessa.

BjoS!! :)

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Praticidade

Do senso prático dos jornalistas


Queiroz: Alô.
Aline: Queiroz?
Q: Oi.
A: Queiroz, aqui é a Gorete, do jornal O DIA...
Q: Oi, Gorete, diga lá!

...

Vanessa: Aline, que negócio é esse de "Gorete"?
Aline: Ah, mermã, é porque o Queiroz só me chama de Gorete. Daqui que eu dissesse que era a Aline e que Aline para ele é Gorete, ia demorar demais...



Só porque eu não posso deixar as coisas da gorda passarem em branco.

BjoS!!


*Pode Ser - Pedro Mariano (recaída total por ele)

Drops - parte 356

1. A pergunta que não quer calar: quem ser T. Glock?? Sério! De onde veio, para onde vai? Nunca imaginei que ver um brasileiro sendo o novo campeão mundial de F1 pudesse me deixar tão estaticamente feliz. Quando vi o Vettel ultrapassar o Hamilton, meus pequenos olhinhos brilharam instantaneamente - ainda que meio incrédulos. O que foi aquilo?? Nem nos meus pensamentos mais otimistas imaginei o Hamilton em sexto. Mas... como costumo dizer, sempre tem um "mas"... não foi dessa vez. De qualquer forma, Massa já mostrou que tem condições de ser campeão por méritos próprios (até porque ele não é muito bom nesse negócio de sorte e a Ferrari não é muito boa nesse negócio de facilitar a vida do piloto). Ah, e o pequeno gênio merece realmente ser o mais jovem campeão mundial de F1.

2. Pedro Mariano em breve lançará CD novo. Pedro queeeem?? Pedro Mariano... filho da Elis Regina, aquele que não tem o apelo midiático da irmã, Maria Rita, mas que é tão (ou mais) talentoso quanto ela. Cultuado pela crítica e pouco conhecido pelo grande público, Pedro Mariano é considerado um dos maiores nomes da jovem MPB com seu som arrojado e interpretações sensíveis. Eu, fãzona que sou, aguardo anssiosa. Para quem não conhece: http://www2.uol.com.br/pedromariano/index2.htm. Ah, ele também estará amanhã (terça-feira) à noite em um especial na TV Cultura - só não lembro o horário (dã!).

3. É, Dan, tu tá ficando boa nesse negócio de descobrir coisas que eu não sei... e, como sou boca aberta, fica a dica: Rafael Cortez (isso, o do CQC) na Semana de Comunicação do Ceut, na segunda semana de novembro. Vale a pena conferir.


Sem mais para o momento...

BjoS!!

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Dois pesos...

Por que que eu deixei de assinar Vejinha, se todas as vezes eu passo em frente a uma banca fico tentada a comprá-la? Se acho a maioria de seus redatores fantásticos? Se quase sempre acho as capas brilhantes?

Porque os redatores fantásticos de Vejinha escrevem matérias de política direitistas a ponto de serem nojentas, que subestimam a inteligência dos leitores (que em sua maioria - eu diria até quase totalidade, já são de direita mesmo). E porque as ríticas de livros, cinema e música sempre me davam a impressão de "eu não entendo nada disso" quando lia, via ou ouvia os objetos das análises dos resenhistas da revista.

Por que eu não assino a Imprensa, se toda vez que leio uma babo pelo texto bem escrito e pelo talento de seus colaboradores? Se as pautas sempre me apetecem muito? Se ela consegue ser uma revista destinada ao público do meio jornalístico sem ser chata e doutrinatória?

Porque é triste constatar a cada página quão medíocre eu sou.




BjoS!!


* Te lo agradezco, pero no (Alejandro & Shakira).

Ele não vem mais!!

Atenção!!!!

Fãs do Marcelo Camelo e/ou fãs do Los Hermanos que pretendem ir ao II Orkutfest e passar o show todo pedindo músicas da época de LH, coisasdevanessa gostaria de informa-lhes que vossas senhorias podem colocar suas calças xadrez de volta no armário. Vocês apenas PRETENDIAM, do verbo "não vai mais ter show".

Pois bem, fontes seguras me contaram que o show que Camelo faria Fortaleza foi cancelado e, por conseguinte, o de THE também. Minha fonte não me informou o PQ de tal decisão. Poréééém, vindo de quem vem pode ser por qualquer motivo - qualquer mesmo.

Bem, só nos resta esperar que remarquem para logo(porque eu também PRETENDIA ir lá gritar: "Toca Pierrooooooooot").

BjoS!! :)

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

portalodia.com

Novidade:

Amanhã entra no ar o novo portalodia.com.
Está com um layout lindo, moderno e prático.
Eu vou assinar um blog sobre política (ainda sem nome - sugestões para: emailsvanessa@yahoo.com.br)
Não tenho muito o perfil de webjornalista, mas será uma nova experiência, não custa nada tentar. Não serão matérias jornalísticas. Serão apenas notinhas. Tentarei deixar o assunto menos "chato" do que muitos acham (pretenciosa, eu, né?). Dêem uma olhadinha; espero que gostem!

BjoS!

Lentes














Jucélio Jr.

domingo, 26 de outubro de 2008

Vida nova

Vanessa!! diz:
merma, pois bora mudar de vida?
aline diz:
bora, cara
Vanessa!! diz:
e como é que se faz isso??


Essas duas...







Aline, bora começar por essa tua cara de bebada em todas as fotos??

Bjo, miga.. tu sabe que eu te amo!

domingo, 19 de outubro de 2008

Violência II

O "se", enquanto conjunção subordinativa condicional, indica possibilidades.
Falar em "se" é sempre um exercício de futurologia, não há como negar. Mas, imaginemos...

SE a imprensa não tivesse participado tão ativamente da manutenção em cárcere privado das adolescentes Eloá e Nayara em Santo André, as coisas teriam sido diferentes?

SE esse crime não tivesse virado manchete dos principais jornais, das principais revistas, unico-assunto-no-mundo-fora-a-queda-das-bolsas durante quatro dias em telejornais, com direito ao famoso e temido "Plantão da Globo" sempre que qualquer coisa "inesperada" acontecesse, ele teria se alongado tanto?

SE o sequestrador, mais conhecido nas quebradas de Santo André como "Liso", não tivesse dado até entrevistas ao vivo por celular para váááárias emissoras de TV e rádio, ele teria relutado tanto em finalizar as negociações com a polícia?

Claro que há muitos outros fatores (ação dos policiais, estado emocional do criminoso)que levaram ao trágico desfecho do sequestro em questão - que todos vocês conheceram através da IMPRENSA. Mas minhas grandes dúvidas são: até que ponto o dito interesse público é mais importante que a preservação da vida de inocentes? Até que ponto a espetacularização da notícia continuará a ultrapassar a barreira sutil daquilo que é aceitável?

Com a palavra, os senhores jornalistas.

Violência I

- Duas criaaaanças?
- Crianças, cara. Um deve ter por volta de uns 11, 12 e o outro uns 8 ou 9 anos.
- Cara...

Duas crianças assaltaram uma senhora que estava, juntamente com umas sete ou oito pessoas, na porta de sua casa, lá pelas 14h (isso mesmo, duas da TARDE) de sábado, nas proximidades da Uespi - no mal falado Pirajá.

Os meninos fugiram, cada um em uma bicicleta, e foram seguidas por dois amigos da vítima em uma moto. Depois de os dois justiceiros agarrarem as duas crianças, a senhora que fora roubada teve a sensibilidade de pedir que esperassem o reconhecimento antes de iniciarem o baculejo e, posteriormente, a sessão pancadaria -caso fossem realmente os assaltantes.

Com a gritaria, não demorou muito para que a rua quase deserta (excetuando-se, claro, o aglomerado em frente à casa da vítima) ficasse repleta de curiosos. Gente de toda idade, de todo jeito, gente assanhada, que acordou do cochilo da tarde e foi para a rua de camisola do frajola mesmo. O circo estava armado: animais, domadores e o respeitável público.

É desse jeito:
Cidadão inseguro em plena luz do dia... meninos cometendo crimes... aultos julgando crianças e executando penas contra elas... imprensa fazendo entrevista ao vivo com sequestrador diretamente do local de cárcere.



BjoS :/

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Veveta




O Raniery não está me pagando nem um tostão, mas vou fazer publicidade para o show que ele trará a THE no dia 27/11 mesmo assim.

Anotem aí, pessoas: Ivete Sangalo está de volta!!!!

O show é o "Ao vivo no Maracanã", ao qual eu já vi duas vezes em menos de um ano, mas que eu verei pela terceira sem o menor aborrecimento.

Vaveta, aguarde-me!

BjoS!

Em crise

Tô em greve comigo mesma. O Orkut diz que eu sou 90% LEGAL, mas eu não tenho me achado lá muito LEGAL esses dias. A pergunta a que mais tenho respondido ultimamente é: "Van, tá tudo bem contigo?". Eu digo que sim. E as pessoas continuam: "Tô te achando tão pra baixo". Parece até que o pessoal ensaiou as duas frases.

Como dizia meu técnico de handball, "se você pede desculpas muitas vezes durante o jogo, você está errando muitas jogadas". Se está todo mundo tão "preocupado", é porque eu devo mesmo estar meio down. E estou.

Acho que estou cansada. Ando desconfiada (em relação a muitas coisas e muitas pessoas) e isso é uma coisa que me desgasta muito. Ética é outra coisinha que tem me consumido. Também odeio estar em dúvida, não conseguir tomar decisões. E tem uma que eu tento tomar há mais de um ano. Acho que estou no meu limite. Eu sei o que preciso fazer. Isso é o que torna tudo ainda mais difícil. E essa tal decisão-que-vai-mudar-minha-vida é só um grande detalhe (porque nem todos os detalhes são pequenos) nesse meu momento de "parem o mundo que eu quero descer".

E eu sempre com aquela impressão de não ter com quem contar. E mesmo que ela não existisse, há coisas que apenas você pode fazer por você mesmo.

BjoS!



*Ela une todas a coisas - Jorge Vercilo

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Vida de operária

Biá Boakari é uma mulher fina.
Biá Boakari mora naquele famoso condomínio à margem esquerda do Poti.
Biá Boakari frequenta o circuito badalado dos chiques e colunáveis da sociedade teresinense.
Biá Boakari garduou-se em Comunicação no Texas.
Biá Boakari já morou em Florença, na Itália.
Biá Boakari é amiga do campeão mundial de patinação no gelo.
Biá Boakari deve fazer muitas outras coisas de rico que ela não conta para nós, pobres mortais e mortais pobres da redação.

Biá Boakari vem passando por dias de operária.
Biá Boakari tem trabalhado tardes a fio para fechar o Caderno Torquato no lugar de seu estmado editor, que curte temporada nos Platôs de Guadalupe.
Biá Boakari está almoçando na "quentinha" - mais conhecida entre os operários da construção civil como "bandeco".
Biá Boakari se submeteu a comer com uma colher de plástico reutilizada e comunitária.
Biá Bokari teve de levar sua própria farofa em um depósito (Tapwere, minha gente) para incrementar o variado cardápio de "arroz+carne+arroz+frango+arroz+feijão+arroz+macarrão+arroz+salada+arroz" do Luxor Hotel.
Biá Boakari é o mais novo fenômeno do horário de almoço na sala da Justiça do ódia.


Não, Vilar. Ninguém mais te quer na hora do almoço.


Bjos!!

Lembranças



Outro dia, descobri que Torquato Neto estudou no Marista de Salvador.
E vi outro dia na televisão que a Mariana Ximenes estudou no Marista Diocesano, de São Paulo, e que a Priscila Fantim estudou em um Marista de Minas.
Que o Zagallo tinha estudado lá eu já sabia desde minha 1ª Olimpíada Marista do Brasil Norte, no Marista de Maceió.
O Cristovam Buarque, o Felipão (Scolari), o Gilberto Gil, o Moacir Scliar e a Shelda, do vôlei de praia, eu também sei há tempos. Até o Collor estudou lá.

Eu não sou celebridade nem nada, mas também estudei no Marista, tenho formação mariana e passei alguns dos melhores anos da minha vida no Colégio São Pio X. Conheço os maristas de Maceió, João Pessoa, São Luís, Natal e Fortaleza. Em todos eles me senti em casa.

No Marista estudei da 5ª à 8ª série. Uma das épocas mais cruéis para qualquer criatura: puberdade e início da adolescência. Aquele momento complexo-e-ridículo de querer se auto-afirmar sem sequer entender do que aquilo se tratava.

Eu era líder de turma, sempre tirava boas notas (apesar de nunca ter sido exemplo de bom comportamento), passava as aulas trocando bilhetes com o Douglas, arranjava um paquerinha a cada semestre, conheci e me dava bem com gente de todo tipo, mas também tinha muita gente que implicava comigo por causa dessa minha cara de "chata e esnobe"; era atleta (ruim) do time de handball, participava do corpo de dança (isso eu fazia direitinho) e ainda me metia com teatro de vez em quando. Passava manhãs e tardes, às vezes parte das noites, no colégio. Minha mãe dizia que me daria um colchão para eu deixar por lá de vez.

Das amigos que fiz por lá, quase todos acabaram virando apenas colegas.
Das apresentações, ainda me restam as fotografias.
Das histórias, ficam a lembrança e os diários.
Dos micos, o pessoal do colégio jamais me deixará esquecer.
De tudo que aprendi para uma formação mais humana, muito ainda me acompanha no meu dia-a-dia.


Não adianta. Já diz o lema: "ex-aluno, sim. Ex-Marista, nunca".

BjoS! (numa vibe saudosista)

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Mordaça



Quantos dos meus nove leitores assíduos sabem que está havendo uma greve dos servidores da Fazenda Estadual??

Quantos dos meus nove leitores assíduos sabem que até a polícia já foi chamada para intervir durante um dos protestos grevistas??

Quantos dos meus nove leitores assíduos sabem que com a greve desses servidores o Estado tem sérias dificuldades para manter a atividade-menina dos seus olhos, a arrecadação??

E porquê?

Eu respondo porque. Por que nenhum dos meios de comunicação do Piauí (excetuando-se uma nota na coluna 'Porteira', do Magá - no CV.com) publicou uma linha sequer sobre o assunto.

E por quê?

Ah, aí vocês já estão querendo que eu desenhe e eu sempre fui péssima nos exercícios de educação artística.

Bjo!

*Doce Paixão - Claudia Leitte

Interna

Flavinho // 100110 says:
o que seriam dos meus dias se eu não tivesse Vanessa como confidente no msn...?


Nada, Flávio Victor Mascarenhas Meirelles, absolutamente nada!

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Pai de santo

Não se fazem mais pais de santo como antigamente:





Se ele realmente conseguir cancelar cartão, digo que ele é bom mesmo!

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Eleições 2008

Breve análise:

Como diria meu amigo Flávio, temos destaques negativos e positivos no processo eleitoral que se encerrou ontem.

Destaques positivos:
Político-partidário:
Professor Ismar Tavares (PCB). Mesmo sendo confundido até mesmo no dia da votação com o ex-deputado Ismar Marques, Tavares mostrou-se uma grata surpresa em meio a denúncias de "panelão", ataques à "burguesia" e aos "donos de armazém". Centrado e bem preparado, não acredito que seja um "laranja" - como alguns chegaram a dizer. Ao contrário, ter ficado em terceiro lugar (apesar da votação pouco expressiva percentualmente) já deve ter sido uma grande vitória a ele e a seus correligionários.
Afora que o cara é realmente um gato! (kkkk)

Honra ao mérito: Nazareno (PT)- Por ter feito 91 caminhadas e por realmente ter trabalhado em prol de seus 25% de votos.

Cobertura jornalística:
Mais uma vez a cobertura da TV Cidade Verde colocou a concorrência no chinelo e sua equipe mostrou por quê é a melhor da TV piauiense. Parabéns, família CV! E um parabéns especial à Nadja Rodrigues, que se saiu muito bem (leia-se: com tranquilidade e competência) na coletiva com o pref. (e quem participa sabe o quanto coletivas podem ser cruéis para um repórter que está fazendo transmissão ao vivo).


Destaques negativos:
Político-partidário:
O antigo candidato do 'fumo'. Agora candidato 'anti-panelão'. Esqueceram de avisar a ele que política é coisa séria... Penúltimo lugar foi pouco. A sorte dele é que a concorrência pelo último lugar estava bem mais acirrada que a disputa pelo primeiro.

Cobertura jornalística:
O clima de já ganhou desde o início da eleição em relação ao candidato da situação. E aqui me incluo. Por mais que as pesquisas apontassem larga vantagem para ele e que não exista imparcialidade no jornalismo, deveríamos ter tido um pouquinho mais de decência no trato com os demais candidatos.


Era pra ser breve, né? Rsrsrs

Bjos!

domingo, 5 de outubro de 2008

Mudar

Nasci em Teresina. Nos meus primeiros meses de vida fui morar em Parnaíba. Depois, passei cinco anos em Picos. Lá, aprendi a falar. Perdi o sotaque meio pernambucano, mas até hoje falo "de mãe" ao invés de "da mãe". Depois, moramos dois anos em Canto do Buriti. Mudamo-nos (próclises...) para Gilbués e no ano seguinte viemos morar em Teresina. Daqui, fomos para Balsas e passamos mais cinco anos por lá. Eu voltei para Teresina e aqui estou desde 2001.

Mudanças fazem parte da minha vida desde muito cedo - como vocês podem observar. Acontece que quando eu era criança, as mudanças, por mais radicais que fossem, não eram tão complicadas quanto as de hoje.

Não tenho amigos de infância. Quando eu estava me adaptando a um colégio, uma turma, por exemplo, nós já tínhamos de nos mudar novamente. Mas quando a gente é criança, tudo são novas possibilidades. Quando a gente cresce é que acaba perdendo esse sentimento. Passa a achar que as mudanças são ameaças. Acabamos nos prendendo demais às coisas como elas (em tese) são.

Por quê não continuar pensando que as mudanças são novas possibilidades? Acho que porque quando a gente cresce quer ordenar as coisas, quer ter controle sobre elas. Se alguém tiver uma dica para fugir desse medo de perder o controle, por favor, avise!

Pois é... como eu disse dois posts atrás, "mudar" voltou a ser hit na minha vida.


Bjos!

* A Deus eu peço - Alexandre Pires

Diferença

Quando é mesmo que o povo daqui vai colocar na cabeça que jornalista é uma coisa e artista é outra??

Parece tão óbvio...

sábado, 4 de outubro de 2008

Drops

Drops de um início de outubro meio sem graça (só pra mim?):

1. Depois da minha depressão musical, estou começando a me recompor. Acabo de "achar" uma badinha bem bacana de SC. São os "Maltines" (só pelo nome já vale dar uma escutadinha). Algumas letras são meio bobinhas, mas as melodias são legais e a voz da cantora (Ligia Estriga) é legal. Myspace dos caras: http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendid=156938423

2. Assisti ao filme "Linha de Passe", do Walter Sales. Saí do cinema com aquela cara de "sim, e aí?". O filme poderia ser interessante. Conta a história de uma família da periferia de São Paulo, com todas as dificuldades e complexidades por ela vivida. Mas não passa da narração (bastante sensível, diga-se) do cotidiano de seus integrantes. Faltam um clímax e um desfecho. Só isso! Mas vale o ingresso (se for em uma sessão vespertina de segunda a sexta no Teresina - R$ 3,00). Ah, fui com a gorda e claro que o personagem preferido dela foi o mais mala do filme. Típico da Aline.

3. No próximo final de semana tem Brasileiro Senior de Judô. Em Teresina, isso mesmo! Os amantes do esporte não podem deixar de ir. Os não amantes também deveriam dar uma passada lá pelo Iate nos dia 11 e 12. Vale vaga para a primeira seletiva de Londres 2012!!Ah, meninas, sem falar que o Leandro (lindo) Guilheiro vai estar por aqui. Não que ele seja o motivo principal, claro... mas, como dizem os meninos, eu "superestarei lá".

4. Mudar. O esporte preferido da minha vida e das pessoas que participam dela ultimamente.

5. Interna: como o Xico Xicote faz falta!!

6. Nat Vaz, bem vinda ao Ódia!! De antemão, os parabéns pelo começo promissor. Ah, e obrigada por ser uma ótima colega de trabalho. E pelos lanches de quinta-feira. Precisando na minha agenda: sempre na terceira gaveta da minha bancada.

7. Ah, e como não poderia deixar de ser... amanhã tem eleição e isso todo mundo sabe. Fica só a dica: se você (ao contrário de mim) acha que anular voto é uma babaquice, ao menos faça um esforço para votar corretamente. É aquele papo: "4 anos é muito tempo".


Bjoos!!

* Nova York - Victor e Leo (eu to mudada mesmo!)

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Desabafo



Quanto tempo ainda falta para acabar o B-R-O-BRÓ, hein? Sério... a dona Maria, coitada, não aguenta mais lavar tanta roupa. É. Eu mal sento no ônibus para ir ao Ódia e minha calça e a blusa já começam a ficar molhadas de suor. E a chapinha, então? Não dura nada. Afora que a pele e o cabelo ressecam demais, eu fico agoniada, irritada. Você procura uma sombra e não encontra. Anda encostada na parede, fica ao lado do poste na parada de ônibus, mas tem só aquele trisquinho sem sol. Isso não é vida, minha gente! Até no deserto tem um refresquinho durante a noite. Aqui nem isso!!

:/

Se beber não dirija




A propaganda brasileira está entre as melhores do mundo, chegando a ser comparada por muitos profissionais da área às norte-americana e inglesa. E, realmente, nossos publicitários têm mesmo sacadas geniais. Porém, quando se trata de propagandas educativas é difícil não achá-las maçantes.

Mas ontem eu vi uma campanha dessas bem bacana. Sobre a tal da Lei Seca (que tanto nos tem rendido matérias e sobre a qual ainda não tenho opinião formada - como se isso importasse!). A idéia é a mesma de sempre, o famoso "se beber não dirija" - só que trabalhado de uma forma interessante. O foco é mostrar que essa questão de encher a cara e achar que se está "bonzim" pra dirigir é cultural. Porém, não apenas isso. A intenção é mostrar também que é possível mudar esse tipo de pensamento/comportamento.

Tem um pouco de lição de moral, mas ter formato de desenhos lhe dá um tom mais leve. São feitas observações como: "antigamente só se queria saber se ia dar sol; hoje se usa proptetor solar até quando está nublado" e "antigamente ninguém se preocupava com o meio ambiente; hoje só se pensa em desaquecer o planeta". Uma analogia semelhante é feita em relação ao uso da camisinha, mas eu, sinceramente não lembro.

A campanha pode até ter efeito zero, mas que a sacada é muito boa, isso é.

Bjos!
:)

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

"Desejo tão antigo"

Comecei a gostar de Fagner quando eu tinha uns cinco anos de idade. Juro! Meus pais, Pedro e eu viajávamos de Picos a Teresina em um fusquinha beeeeeeeeeem velho. A viagem foi terrivel. Era época de B-R-O-bró. Um calor infernal. O tal do fusquinha dava defeito a cada 20 km. Toda hora meu pai precisava colocar água no radiador ou fazer um "remendo" qualquer. E eu era apenas uma pobre criança...

Nessa época o Bill Gates ainda era pobre, não existiam MP3, DVD, sequer CDzinho tinha naquele tempo. Fizemos a interminável viagem toda ouvindo apenas uma fita K7: Fagner - Os grandes sucessos. Foi impossível não aprender a cantar "Fanatismo", "Canteiros", "Borbulhas de amor" e tantas outras canções que adooooooouro e que só são elas mesmas quando cantadas pelo Fagner - com todos os "aiaiaiaiaiaaaaaaaai" e canto gritado a que têm direito.

E no sábado, depois de tanto tempo de espera, assiti, pela primeira vez, a um show do Fagner. Foi lindo! O cara sabe mesmo das coisas. Apesar de ter feito um show curtíssimo (1h10), soube conduzir tão bem a apresentação que foi o suficiente para valer o ingresso (como se eu tivesse pago, né?). Fora que, como disse o Rafael, ele tocou pouco, mas não enrolou - foram 70 minutos de música realmente. Destaque para sua empatia e para os músicos fantásticos que o acompanham.

Bravo!

Bjos! :)

*Deslizes - porque a Nat diz que foi feita para mim (rsrs)

Fernando Haddad no Piauí

O ministro me cumprimenta com um aperto de mão.
Encosta bem pertinho de mim (porque a barulheira do comício não o deixa escutar minhas perguntas).
E como ele fala bem...
Como é inteligente e articulado...
Deus, essa entrevista vai ficar péssima, eu sei.
Mas como me concentrar?

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Lu...

Acho que esse é o enésimo post sobre o Lu em coisasdevanessa. Sinto informar, mas acho que não será o último... dessa vez, é por um motivo justo. Sexta foi aniversário dele e eu não liguei, não mandei e-mail, nem um scrapzinho sequer. Acho que ele merece uma homenagem a altura e eu preciso me retratar com ele.

Aviso aos navegantes: há muita puieguice logo mais abaixo...

"Um dia a gente vai sair para jantar lá em São Paulo e comentar sobre tudo isso que a gente passa como se fosse apenas uma fase que nos fez crescer e sermos melhores; a gente vai lembrar de tudo que a gente viveu no marista, da época em que éramos populares, do tempo em que a gente ia pro handball e pra aabb, das tardes conversando besteiras, do tempo que você entrava no meu quarto sem bater... e eu vou continuar me sentindo a pessoa mais leve do mundo ao teu lado, sendo simplesmente eu, sem ter de fazer pose ou tentar parecer engraçada e inteligente... por que você para mim é isso: é alguém que faz eu me sentir bem sendo exatamente como eu sou. E a gente vai continuar falando e fazendo muita besteira. E você vai sempre estar entre as minhas ótimas lembranças e vai sempre ser meu presente, sempre vai ser meu porto-seguro. A gente sempre vai se amar!! Luuuuuu, parabéns, muitas felicidades sempre! Que as coisas possam dar mais certo do que hoje. Que você possa ser tão brilhante para todo mundo quanto eu sei que você é."

Amo demais... mesmo ele não tendo paciência para mim no MSN quase nunca e conseguindo reclamar mais da vida do que eu quase sempre.

Beijos, Lu! :)

*Teatro dos vampiros - Legião (por que é NOSSA música)

Confirmado!


Aacbei de ver o e-mail da assessoria do Nazareno:

"O ministro (gato)da Educação, Fernando Haddad (suspiros), estará em Teresina, no próximo sábado, 27, participando de comício e carreata do candidato petista Nazareno Fonteles, da coligação Teresina Quer Muito Mais. O anúncio foi feito hoje, 22, por Fonteles, durante caminhada na Vila São José, zona Sul de Teresina."

Quero nem saber onde vai ser... vou meeeesmo!! Ah, e é meu plantão nesse final de semana!! Não caibo em mim de tanta felicidade :D

Cada doido...

Sempre digo que uma das coisas que eu mais gosto em ser jornalita são os hotéis. Sim, os hotéis em que a gente fica quando viaja a trabalho. Adooouro! Claro que conhecer lugares e pessoas que você jamais achou que conheceria também é muito interessante, mas os hotéis são meu fraco.

Neste final de semana eu estive em Batalha, uma cidadezinha a uns 170 km de THE. Fui cobrir a IV Festa do Bode (aliás, to entendendo tudo sobre ovinos e caprinos - vou até me inscrever lá no Sebrae para prestar consultorias). Porém, nada de hotel. Ficamos em um Centro de Apoio Psicossocial (Caps), cedido pela Prefeitura.

Afora os vários pacientes que foram até lá em busca de remédio e alguns casos bizarros (como o do cara que ameaçou a Graça, dizendo que não queria mais diazepan, que queria o rupinol dele e que caso ela não desse, um negão grandão iria lá pegar para ele), foi tudo tranquilo.

Mas eu fiquei prestando atenção em algumas coisas por lá... na sala, estão expostos alguns trabalhos de arte-terapia, murais, e alguns cartazes sobre a forma de se tratar os pacientes e tals. Tinha um que dizia: "Tratamento psiquiátrico não é preisão. É liberdade, cidadania e inclusão". Cara, passei um tempão com a inscrição desse cartaz na cabeça. E mesmo alguns dias depois, ela teima em voltar de vez em quando a meus pensamentos. Fiquei realmente impactada; acho que ainda não consegui absorver a profundidade dela.

Beijos!! :)

domingo, 21 de setembro de 2008

Utilidade pública

Nota de utilidade pública:

Atenção! Se você acha que a Receita Federal iria se dar ao trabalho de mandar-lhe um e-mail informando que a sua situação cadastral está irregular... thcam, dham, dham, dham... bobinho! É apenas um hacker...


Bjim! : )

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

*Suspiros


Essa é rápida:

"O ministro (gato) da Educação Fernando Haddad (suspiros...) poderá vir ao Piauí. Mas Haddad não deverá participar de solenidades ligadas ao Ministério. O petista deverá participar de atividades de campanha do deputado federal Nazareno Fonteles à prefeitura de Teresina, juntamente com o senador Tião Viana (AC)".



Ai, meu Deus! Faço questão de cobrir essa atividade de campanha que nem sei qual deve ser. E também não me importo se não for no meu plantão. E o jornal nem precisa me pagar diária por isso.

Bjos!

P.S.: Não deixem de participar da campanha de dois post atrás (é sério!).

TOP TEN!

Como o Rafel Campos adora listinhas e eu adooooouro as listinhas que o Rafael Campos publica no blog dele (afora esse momento de depressão musical), resolvi copiá-lo pela segunda vez e fazer um TOP TEN das músicas bregas que eu amo.

Uma tarefa e tanto, tendo em vista que, tal como costuma dizer um ex-amigo (uuuh) meu: tenho alma de empregada doméstica e não resisto a uma música cafona. Confesso que, ao contrário do Rafael, nem estou com vergonha de publicar essa lista. Minha maior dificuldade é mesmo consiguir fazer uma triagem dentre todas as cantigas de gosto duvidoso que parecem música para meus ouvidos.

Mas acho que cheguei a uma lista representativa (bom termo, esse, hein?):

1) Sinais de fogo (Preta Gil)

Essa eu já conhecia desde o lançamento do 1º CD da Preta Gil, mas nem prestei muita atenção. Também, eram muitas informações: o ensaio dela nua para o encarte do CD, a relação dela com o pai-ministro-cantor, o fato de ela ser gordinha e pegar geral. Como eu ia prestar atenção na música dela? Um belo dia, no Churu (pra dar uma variada), ouvi Mary Jane tocando Sinais de Fogo e minha vida mudou!

"Que distância vai guardar nossa saudade?
Que lugar vou te encontrar de novo?
Fazer sinais de fogo
Pra você me ver"


2)Fogo e paixão (Wando)

Ah, um clássico. Dispensa comentários, apresentações e comentários maldosos.

"Me suja de carmim
Me põe na boca o mel
Louca de amor
Me chama de céu
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!"


3)Kiss me (Sixpence None The Richer)

Música oficial de todas as comédias românticas de Sessão da Tarde estreladas pelo Freddie Prinze Jr. É muito fofa, mas ainda não consegui identificar que tipo de droga o compositor tinha ingerido (ou estava ingerindo) quando escreveu essa pérola.

"Strike up the band and make the fireflies dance
Silver moon´s sparkling, so kiss me"


4) Meu erro (Paralamas do Sucesso)

Por mais que as composições do Herbert Viana, como ele bem expressa, sejam "acima de todas as palavras", Meu erro - esse ícone do festejado rock nacional anos 80, é muuuuito breguinha! Claro que é ótima, mas o cara quer dar uma de forte e acaba se humilhando ainda mais. Afora que repetir "não me abandone jamais" 3X no final dá todo um charme a mais.

"E o meu erro foi crer
Que estar ao seu lado
Bastaria!
Ah! Meu Deus!
Era tudo o que eu queria
Eu dizia o seu nome
Não me abandone jamais..."



5) Help! (The Beatles)

Cara, eu não entendo muito de melodias, arranjos, acordes, essas coisas. Aliás, não entendo nada. Dizem que The Beatles revolucionou a música - e deve ter revolucionado mesmo, senão não haveria tanta histeria em torno de qualquer coisa que envolva a banda. Mas, sejamos sinceros, nada melhor que músicas de Jonh, Paul, George e Ringo para quem está nos primeiros módulos dos cursos de inglês. Sempre as mesmas letrinhas, todas parecidinhas, falando de amorzinho... Help! então... o fino do brega!

"Help, I need somebody,
Help, not just anybody,
Help, you know I need someone, help!"


6) Que ves (Tihuana)

Em um passado muito distante, muito antes do filme, eu conheci uma banda que tocava uma música assim: tropa de elite, osso duro de roer, pega um, pega geral, também vai pegar você. Acho que eu fazia a 8ª série e acabei encontrando outra pérola do Tihuana: Que ves. Cara, adorava. Mas hoje não consigo lembrar o porquê.

"A prece pra Deus pode nos enganar
O bem e o mal ainda podem se encontrar
O fim se aproxima com vistas para o mar
Cruzando a vida sem se preocupar.."


7) Chorando se foi (Kaoma)

Se alguém da minha geração abrir a boca para dizer que nunca dançou "Chorando se foi", está mentindo. Quando ouvi a regravação da Ivete Sangalo quase tive um ataque, tamanha a emoção que tomou conta de meu coração. Mas, mesmo sendo hino de uma época em que danças sensuais não tinham letra de duplo sentido, é muuuuuuito brega!

"Lambando estarei
Ao lembrar que este amor
Por um dia um instante foi rei..."



8) Don't speak (No Doubt)

Eu tinha uns 10 anos, meu inglês se resumia a "what is your name" e "the book is on the table", mas adorava essa música. E mesmo já grandinha, quando, não sei por qual motivo, resolvi ir atrás da tradução dela, não deixei de gostar. A decepção foi grande, mas nada que me impedisse de continuar ouvindo-a vááááárias vezes.

"Don't speak
I know just what you're saying
So please stop explaining
Don't tell me cause it hurts
Don't speak
I know just what you're saying
So please stop explaining
Don't tell me cause it hurts"



9) Amor ou Paixão (Eliane - a rainha do forró)

Acho que desde que a minha mãe era adolescente lá em Parnaíba essa música já fazia sucesso. Eu gosto, meus filhos certamente gostarão e a Eliane continuará firme e forte, cantando-a de maneira cada vez mais brega. Para fazer ainda mais jus à sua inclusão nesse ranking, só sendo na voz da Lili, da Banda Bali.


"Morro de ciúme
Ao ver você falar com outro alguém
Reclamo, ignoro
Essa situação não me faz bem"



10) Borbulhas de amor (Fagner)

Clarooooo!! A mais brega de todas... a que me faz mais feliz... a que compelta melhor minha alma de empregada: Borbulhas de amor! A melodia é cafona, a letra nem se fala. Mas... gosto, gosto mesmo, você também gosta, admita! É impossível não delirar ouvindo essa música.

"Uma noite
Para unir-nos até o fim
Cara-cara, beijo a beijo
E viver
Para sempre dentro de ti..."



Bem, como essa lista é composta basicamente por músicas bem antiguinhas, talvez meu gosto musical esteja melhorando. Ou não!

Ah, Rafa, e me recuso a incluir Corazon Partio (Alejandro Sanz) nessa lista. Ela é piegas, melosa e tals, mas breeeeega, breeeeega, ela não é, não!


Bjos!!

P.S.: Por favor, não deixem de participar da campanha do post abaixo!!

Campanha!





Há pessoas cuja primeira coisa que fazem quando acordam ou chegam em casa é ligar o PC para ouvir música e cujos phones de seus MP3 players passam o maior tempo possível acomodados no ouvido. Sou uma delas. Leio, tomo banho, telefono, fico na internet, tudo com alguma coisa tocando (mesmo que seja bem ruinzinha). Tristeza? Música. Felicidade? Música. Raiva? Música. TPM? Música, música, música.

O problema é que tô passando da fase de obsessão para, como diz Juan, a de depressão musical... isso acontece quando você vira e revira seus arquivos de música, apela até para os CDs mais antigos do universo - aqueles da época em que se comprava CD, e nada lhe agrada!

"Juan, pelamordedeus, me manda alguma música. Abusei todas que tenho"
"Ouve Queen"
"Não muito obrigada..."

"Lívia, to precisando de músicas, mulher"
"Peraí, meu MP4 tah fraco"
"Mulher, qualquer coisa serve... tô aqui apelando para Victor e Leo... Fadaaaaaaa, fada queriiiiiiidaaaaaaaa"


É, nesses momentos não há quem possa lhe ajudar, indicar alguma banda nova legal ou alguma antiga que valha a pena, sei lá, algum trio sueco, ou um quarteto francês (na vibe da Thalita Pazxx), ou alguma banda de música regional estilizada mesmo... nada. E olha que eu nem sou lá muito exigente nesse quesito! Depressão musical total. :/

Fucei os sites dos artistas que eu gosto (e olha que eu gosto de muuuita, muuuuita coisa mesmo) e nenhuma novidade. Nenhumazinha! Rodei os sites especializados em músicas para ver se tem alguma coisa que se aproveite e tem lá: "Latino lança novo CD com participação de Banda Calypso" e "Claudia LeiTTe compõe duas canções de ninar para seu filho". Acho que o problema está nos sites que ando frequentando.

Se alguém tiver alguma sugestão, qualquer que seja, envie para: vanessa.mendonca@ymail.com.br - apelação total, admito! Mas a idéia é essa, campanha mesmo.


Bjos!

* - - -

Autocensura


O "Dicionário do Jornalismo", de Fernando Cascais, define autocensura como "mecanismo psicológico provocado direta ou indiretamente pela pressão envolvente que desencadeia limitações na capacidade de expressão do pensamento ou na liberdade de comunicar através dos media".

A autocensura chegou a coisasdevanessa.com. Sequer em meu blog eu posso escrever o que bem entendo - por mais que o que eu queira escrever não tenha a intenção de agredir ninguém. Sabe como é, né? Tem muita gente paranóica no mundo. E como eu estou caminhando a passos largos para entrar nessa lista, é melhor exercitar o pouco de bom senso que ainda me resta.

Ponto.

sábado, 13 de setembro de 2008

Assim não vai...




No Brasil, futebol é coisa séria, carnaval é coisa séria, feijoada é coisa séria, educação é palhaçada. Palhaçada, sim, pois como não achar uma palhaçada o sistema educacional da aceleração escolar, dos professores mal pagos, dos índices de analfabetismo maquiados e das reservas de vagas nas universidades públicas?

A cada Governo, são escancarados nos meios de comunicação (ops... lá vem o mostro chamado imprensa de novo) os números cada vez mais reduzidos de analfabetos no país. A população se ilude e os dirigentes da ONU devem ficar muito satisfeitos de ver nosso progresso. Pena que os governantes também não deixem claro, ou ao menos nas linhas miúdas, os indicadores de analfabetismo funcional - não entender o que se lê ou escreve é quase tão grave quanto ser analfabeto. E isso para falar do menor dos males, porque ainda tem o problema da evasão escolar, da falta de estrutura, de transporte, de profissionais qualificados...

É, mas parece que os eleitores, aqueles que podem fazer alguma coisa para mudar isso, estao muito satisfeitos com a situação. O Ibope realizou uma pesquisa cujos resultados são preocupantes (ou esclarecedores, depende do ponto de vista): 68% dos brasileiros desconhecem as políticas e ações desenvolvidas porsuas prefeituras no âmbito da Educação e apenas 1% dos brasileiros escolhe seus candidatos a partir da análise de suas propostas para melhorar a qualidade do ensino.

Preciso dizer mais alguma coisa?

Assim não vai...

Beijing!







Respeitável público...


Por R$15,00 o teresinense pode assistir esse fim de semana a um espetáculo de encher os olhos e que tão cedo não vai voltar por aqui: O Império da Mongólia - nos ventos de Gingis Khan, do Circo Acrobático de Beijing (China). Tudo bem que se você só puder pagar 15 conto vai ver a apresentação meio de lado, mas vale a pena. De pertinho, então... lindo, lindo, lindo!

Esqueça os domadores de animais, os palhaços com flores que soltam água na lapela ou os mágicos que cortam suas patners ao meio. Esqueça todas essas atrações mambembes que costumam se apresentar por aqui (não que elas não tenham seu valor). Imagine um espetáculo que conta, através de números (certamemte ensaiados à exaustão) de acrobacias, malabarismo, ilusionismo, tecido, equilibrismo e afins os costumes do povo da Mongólia. Afora o talento extraordinário dos artistas, os figurinos, a iluminação e a trilha sonora (por conta do diretor Xin Guining) combinam-se magistralmente, fazendo do espetáculo algo ainda mais grandioso.

Claro que tem gente falando mal porque alguns números não foram tão perfeitos(aliás, tenho pena das mocinhas que erraram... devem ter passado a noite ensaindo ou levando chibatadas), porque apenas 10% da estrutura do circo veio para Teresina, porque o palco era pequeno e o cenário pobre.

Minha gente, são 39 artistas fazendo coisas absolutamente impressionantes (por exemplo, quando você pensa que as meninhinhas não vão mais conseguir se pendurar em cima de 15 pessoas e 43 caixotes empilhados, elas sobem mais um pouquinho), em um espetáculo que está rodando todo o Brasil. Esse povo queria o quê? Picadeiro com lona e tudo? Bom senso, bom senso...

Bem, fica a dica. O espetáculo vale muito a pena. Ah, e a refrigeração é muito boa - ao menos lá na frente (ser jornalista pode ter lá suas vantagens nesses casos).

Beijing! :)



P.S.: Ah, nada paga os comentários de Rafael Campos ao final do espetáculo, quando os chinesnhos deixavam o Verdão: "Cara, ela usa all star. Comassim? Ela mora na China!". Coisas de Rafa...

P.S.2: breve briefing sobre o Circo: O Circo de Beijing foi criado em 1960 e já produziu mais de 30 espetáculos em quase cinco décadas de existência, que foram vistos por cerca de 40 milhões de pessoas em 500 cidades de trinta países.


*Balada do amor inabalável - Skank

terça-feira, 9 de setembro de 2008

E quem é o culpado?





Pai, mãe... após tanto reclamarem por eu não namorar sério, sinto informar, mas a culpa é de VOCÊS!! Não, não tem nada a ver com o trauma que todo mundo diz que eu tenho pelo casamento mal sucedido de vocês.

Cientistas suecos fizeram uma pesquisa cujo resultado aponta que questões genéticas, mais especificamente o gene AVPR1A, são responsáveis por parte desse pavor a compromisso que algumas pessoas (entre elas, EU)têm. Segundo o estudo (e o que eu escrevo é segundo a Veja - sim "eu li na Veja e o azar é meu"), o tal do AVPR1A ajuda a regular os níveis de VASOPRESINA, substância ligada à agressividade e à capacidade de estabelecer laços afetivos.

Tudo bem que o estudo foi feito apenas com homens, mas acho que vou me oferecer como objeto de estudos avançados para eles porque eu só posso é ter esse gene aí também. A ressalva é que o estudo mostra que trata-se de uma combinação entre predisposição genética e o ambiente. Tendo em vista que moro em Teresina, isso apenas aumenta meu valor como objeto de estudo - já que aqui (como em tantos outros lugares provincianos) o padrão social exige que uma mocinha séria tenha um namorado para não ser taxada como vadia, lésbica ou encalhada.

E, Xico, nem vem com esse papo de que eu queria namorar aquele moço que todo mundo que anda em coisasdevanessa (ou não) sabe quem é...

Bjooos!!

*Último Romance - de novo :)

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Estrelando...





Vanessa e Aline, para variar, sem nada para fazer após o "expediente", resolvem ir ao cinema. Eis a aventura de nossas entrépidas estagiárias em 5 atos:

Ato 1: Elas atravessam a Frei Serafim. Vanessa desembesta na frente. Aline a segue. Vem um Pegeout. Elas correm para atravessar antes que o Pegeout as artopele. Não dá tempo. Elas param no meio da avenida. O Pegeout também pára. Um cara gato e estudante de Medicina, por sinal, é o motorista. Aline fica em polvorosa. Elas não acreditam naquilo e seguem para o xops felizes.

Ato 2: Elas pegam o primeiro ônibus que cruza a ponte JK e dá uma passadinha no THE xops. Um alternativo. A lisa da Aline é do tempo que que os alternativos não aceitavam passe verde do Setut, e reluta. Mas elas embarcam mesmo assim.Tudo ia bem até o posto da João 23, quando o ônibus... advinhem! O ônibus ficou no prego!

Ato 3: Aline (com todo o respaldo de sua carteira de habilitação categoria D) diz que o motorista só estancou, mas o motorista anuncia: gente, quando dá esse problema, só empurrando. A gorda é a 1ª a se levantar. Mas não para empurrar o bus. Resolvem ir a pé até o xops.

Ato 4: As 2 entram na rua errada, que tem como ponto final um matagal. Elas voltam e entram na rua certa. Após andar uns 100 metros sob o sol de 4 da tarde, eis que passa o ônibus, com todos os passageiros confortavelmente sentados e o motorista rindo das duas. Bonito, hein??

Ato 5: A 1ª coisa que elas fazem quando chegam ao xops é, claro, comer. Fartam-se no MC Donald's e então vão assistir ao tal filme, "Mais do que você imagina", mais gordas e mais lisas. Entram com a película já sendo projetada e levam uns 5 minutos até perceberem que estavam realmente assistindo ao filme que achavam que estavam assistindo. Aline riu horrores. Vanessa também. Mas as outras 7 pessoas que estavam na sala (todas na mesma turma) riram ainda mais que elas. Mas o filme é bonzinho. Valeu os 3 conto de cada uma.


Ê, Vilar, é isso que dá quando se junta essas duas...

Bjos!! : )

* Cara valente - Maria Rita (em homenagem à Gorda)

Mais-que-perfeito

Depois das mesóclises, não há nada que eu ache mais bonitinho na Língua Portuguesa do que o pretérito mais-que-perfeito. O problema é que meus editores odeiam.

A nossa deve mesmo ser a língua mais difícil de todas; tem realmente as maiores frescuras do mundo; e ainda as centenas de exceções, que só trazem mais confusão em relação às regras. Mas, com tantas outras coisas para se odiar, como o uso do G e do J, do X e do CH, uso do hífen (Deus... o maldito hífen!), separação silábica e regras de acentuação, por quê esse repúdio contra o pobre do pretérito mais-que-perfeito??

Há quem chame o uso do pretérito mais-que-perfeito de preciosismo ou coisa de gente esnobe. Nossa! Coisa mais linda! E tão simples: é utilizado para assinalar um fato passado em relação a outro também no passado. Mas ninguém gosta. É o próprio rejeitado.

Ontem, escrevi: "Severino Cavalcante renunciou ao mandato de deputado federal para evitar uma cassação por conta do episódio do Mensalinho, quando FORA acusado de receber propina de Sebastião Buani em troca da instalação dos restaurantes do empresário na Câmara."

Abri o jornal toda animada hoje pela manhã. Poréeeem, no lugar do meu "fora", publicou-se um mero "foi". Como sempre...


*Frustrada!


Bjos :(

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

No fundo

Cá com meus botões:

É dificil deixar pra trás e não dar uma olhadinha de vez em quando. Acho que, no fundo, eu queria que a gente desse certo. Do nosso jeito torto, mas eu queria. Qualquer coisa que não fosse isso, seria querer um pouco demais de mim.

Pérolas do Enem






Só porque coisasdevanessa está muito chique, vamos furar a Unicamp (SP), que todos os anos lança uma lista com as "Pérolas do Enem". Enquanto eles aguardam a Cespe/UnB divulgar as redações (cujo tema foi o desmatamento na Amazônia), nossos enviados especiais trouxeram fortes candidatas a fazerem parte da "ficha suja" do Enem 2008.

Além dos clássicos erros de português, como "avendo", "devastassão" e "pararám", o melhor são os raciocínios refinados de alguns:

"Seja racional, deixe a Amazônia Legal";
"Preserve o matrimônio (!) natural brasileiro";
"Depende de você, mais principalmente de mim";
"A solução são as campanhas educativas, principalmente para o Governo do Estado";
"A culpa é da emissão de gases poluentes, que aumenta na época da seca".



É isso aí, Brasil-sil-sil-sil!!

domingo, 31 de agosto de 2008

Tempo, mano velho




31 de agosto... meu Deus, e esse mês que não passa?

sábado, 30 de agosto de 2008

DJ Avan


Foto: Péricles Mendel/cidadeverde.com

A parte séria:

O público teresinense comprovou na noite do último sábado (29), no Atlantic City, por que Djavan é um dos cantores mais celebrados da MPB. Unindo em seu repertório canções consagradas e músicas de seu mais recente álbum, “Matizes” (que foi lançado em 2007 e dá nome ao espetáculo), o cantor alagoano e os premiados músicos de sua banda esbanjaram entrosamento entre si e empatia com o público. Há quatro anos Djavan não se apresentava em terras piauienses e mais uma vez arrasou.

Teresina foi a primeira capital do nordeste a receber a nova turnê de Matizes, produzida e roteirizada pelo próprio cantor, tendo a participação de seus filhos Max Viana, na guitarra e voz, e João Viana, na bateria. Um espetáculo concebido e executado em família para agradar aos exigentes fãs de Djavan. Matizes é um show mais romântico que “Milagreiro”, apresentado em 2004; apenas no final do espetáculo o cantor lança mão de canções mais dançantes, como “Boa Noite”, “Sina” e “Lilás”.

No repertório, clássicos da MPB que consagraram o cantor, como “Oceano”, “Flor de Liz”, “Eu te devoro”, “Se” e “Meu-bem-querer”. Além disso, boa parte do público pôde conhecer as novas composições de Djavan presentes em Matizes, mas que não chegaram a empolgar: “Pedra” e “Delírio dos Mortais” estão entre as mais envolventes delas. Uma boa surpresa do show fica por conta da interpretação da canção flamenca La Leyenda del Tiempo, do espanhol Camaron de La Islã - de quem o alagoano afirma ser fã.

Além dos dois filhos de Djavan, a excepcional banda que acompanha o cantor traz os renomados Sérgio Carvalho no baixo e voz, Renato Fonseca nos teclados e voz, Josué Lopez nos saxofones, François Lima no trombone e voz e Walmir Gil no trompete e voz. De Teresina, Matizes segue para Fortaleza (CE), Campina Grande (PB), e João Pessoa (PB).

Resumindo: um show lindo - como tudo que vem de Djavan (fãzona mesmo)!


O making-off

Passados quaro anos, estava lá eu de novo, extasiada com a imagem de Djavan no palco. Era como se a voz macia dele cantasse apenas para mim, apesar de o espaço central do Atlantic ter sido destinado às mesas e os reles mortais terem de se contentar em ver o show das laterais. Carlos, Aline, Dan, Itamara, Larissa, Flávio e eu, por exemplo, posicionamo-nos estrategicamente ao redor de uma lixeira (local onde, sem sucesso, o Fábio Lima tentou me jogar por motivo ainda desconhecido).

Depois de uma 1h40 djavaneando e de finalmente a Biá ter escutado Oceano (a semana me pareceu tão longa ouvindo-a cantar essa música a todo momento...), fomos (sem Larissa e Itamara, diga-se) dar aquela velha 'esticadinha'. Mas o 'dinha' é mais um tratamento carinhoso, porque em se tratando daqueles meninos, só existem 'esticadonas'. Após ser literalmente carregada pelo Fábio Lima, de conversas "fenonimais" no Gostosão, em pleno complexo cultural do JEF (vulgo João Emílio Falcão), das 15 idas da Aline ao 'toalete', do Carlos cainda do sono, e das 15 saideiras servidas, finalmente conheci o famoso mercado da Piçarra.

Na verdade, não sei se cheguei a conhecê-lo. Quando se toma uns quatro copos de cerveja com sal, é incrível como o mundo gira, a sua cabeça pesa e o sono bate. Especialmente quando você não costuma beber... as coisas só pioram. Crianças, não façam isso em casa. Às 6 da manhã em casa, às 8 e meia no trabalho. Tenho até medo de como vai ser depois do show do Fagner.

Resumindo: morta, mas satisfeita!


Kisses (numa vibe London 2012)

* Lembrança de um beijo - Fagner

Dor

Independente de todas as especulações que se tem feito em relação ao acidente envolvendo o Wilson Martins Filho, só há uma certeza em toda essaa história: só os pais dele sabem a dor que estão sentindo.

Não adianta... a não ser que você passe/tenha passado por situação semelhante, jamais compreenderá o tamanho desse sofrimento.

Como eu costumo dizer, deveria haver uma lei natural que não permitisse a morte dos filhos antes dos pais. Sei que isso é impossível, mas seria menos injusto.


:/

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Uma vez Marista...

Essa é para o pessoal da época do Marista (nem adianta ler se não for daquele tempo -sério, rsrs), para aqueles que, como eu, não lembram da metade das tosquices que o Lucas lembra:

"lembro da gente cantando legião na rua. das tardes no colégio, das festas, tinha festa a cada 15 dias naquele colégio.
que a gente carregava aquela bola nojenta de handebol pra todo canto.
a gente era da galerinha popular do colégio. tu porque era inteligente e amiga da daiane, do bruno e do carlos henrique, as estrelinhas esportivas. e eu, a pessoa mais insignificante do colégio, virei amigo do carlos henrique, o maior popstar de lá!!!
lembro do velorio da bruna :/ de como eu me senti desesperado quando pensei que tivesse sido a minha bruna:/ tu chamava o daniel sapão de dom gerônimo.
lembro da vez que a gente faliu o banco do banco imobiliario.
e que tu era melhor que eu em mário x.x (obs: EU ERA MUUUUITO MELHOR QUE ELE)
lembro da bia vomitando em mim. aliás, esse episodio da bia vomitando em mim é lendário.
da carta do irmão do marcos, aquele que morava na frente da casa da bruna, quando ele fugiu, ele dizendo que o unico arrependimento dele foi não ter beijado ela. aí ele fugiu de patins, e encontraram ele 15 km na direção de mangabeiras.
e da consolação dizendo que eu fui eleito o aluno mais infernizante das sétimas séries no conselho de classe euehuehuhwuhw.
ah, e da bruna enchendo a mão na cara do haroldo *-* essa é lendária.
da bruna me mandando tomar no cu! ahauhauhauhauha
da bia e taís gastando horrores com o povo e fazendo contas quilométricas tb e todo mundo fingindo que não sabia que elas surrupiavam aquela grana (juro que eu não sabia disso, Lu)"



Eu também sinto, Lu!


E eu lembro que o Douglas e eu passávamos as aulas trocando bilhetes e conversando putaria e ainda tirávamos as melhores notas da sala (depois da Régia, claro, porque ela estudava).
Lembro das tardes na AABB: Vanessa, Bruno, Carol e Lucas. Tu gostava da Carol, que gostava do Bruno, que gostava de mim... bem, não lembro de quem eu gostava naquele tempo. eu era tão "fácil".. rsrsrs
Ninguém pensava em viajar nas férias de julho porque é a única época que Balsas "bomba".
Lembro de todo mundo querendo juntar a Daiane e o Henrique.
Das meninas que entraram no handbol só pra serem alunas do Williams.
Das tardes na casona da Francinie comendo brigadeiro com pipoca. Lembro que o pai dela parecia o ratinho e tinha um carrão com placa do paraguai.
Que a tua tia chamava a gente de ET e Rodolfo porque tu era nanico.
Da gente procurando promoções no Mateus (não com a mesma graça de hoje).
Eu que nunca comprava fitas de Nintendo porque roubava as tuas.<
Lembro que tu roubava os meus questionários e revisões 15 minutos antes das provas e jurava que ia tirar nota boa.
E eu não me dava com Ludmilla, Cel, Dianne e hoje é são pessoas do meu coração. As convocações, os ensaios e as Olimpíadas... eitaaa!! Bronze em João Pessoa e porque só havia 5 times. Lembro que naquele tempo ngm queria saber de internet, a gente passava maior tempão na rua e era mesmo muito feliz.
Bjos!


* Ainda bem - Vanessa da Mata

Tentativas




Do e-mail que escrevi para uma amiga sobre um assunto que não tinha nada a ver com isso:



"...desde que danilo morreu, eu to mais sensivel. tava até menos estranha, mas a morte do filho do wilson martins por causa de acidente de carro mexeu demais comigo. entre outras coisas, a morte de danilo me serviu como mais uma prova de que as pessoas podem sair da nossa vida de uma hora p a outra. não é justo que a vida faça a gente deixa-las de lado. e não estou dizendo que isso que está acontecendo com a gente. só estou dizendo que a gente dá valor demais a coisas que não têm tanta importancia e deixa o essencial p depois. ele morreu e eu não posso mais consertar as bobagens que fiz. e chorar já não resolve mais. consola, mas não resolve. nem pra mim, nem pra ele..."



Moral da história: na dúvida, peça desculpas, diga que ama, tente, tente novamente. Se não der certo nem assim, deixe pra lá - tudo se supera. O que não vale a pena é colocar seu orgulho (seria mesmo isso??) acima do que realmente importa para você.




Bjs!! ; )



* Além do que se vê - Los Hermanos






terça-feira, 26 de agosto de 2008

Quatro anos é muito tempo


Quatro anos atrás eu deixava o submundo dos secundaristas e (como diria Aline) 'adentrava' ao Olimpo universitário. Não mais fardinha do Diocesano, não mais seis horas diárias de aula e tantas outras de estudos. Não mais a companhia de Ricardo Feltre, Cláudio Vicentino nem Sônia Lopes para cima e para baixo dentro da mochila. O primeiro dia foi aquela festa. Tivemos até teve 1 aula.. aquele esquema: qual seu nome, onde você estudava, por quê escolheu o curso? E eu: eu gosto de escrever, sempre achei jornalismo interessante.

Todo mundo curioso. Todo mundo empolgado. Todo mundo novinho. Todo mundo tentando se entrosar. Todo mundo lanchando no Mário junto. Todo mundo indo pro bar junto. Todo mundo inventando motivo pra fazer festa aos finais de semana. Todo mundo muito amigo. Todo mundo feliz por estar ali junto a todo mundo.

Mas, como diz a propaganda: "quatro anos é muito tempo"

Quando você se dá conta, está indo para a Universidade de havaianas, passando mais tempo fora da sala de aula do que dentro dela, fazendo prova e apresentando trabalhos "no talento", metendo-se em movimento estudantil, participando de calouradas três meses depois do início do período letivo, tomando gosto pela mesa do bar (mesmo sem beber - no caso das exceções), tendo mais afinidade com pessoas de outros cursos que com os seus colegas, aliás, você acaba (literalmente) mal falando com a maioria de deles.

Você vai percebendo que está virando adulto, abre uma conta universitária, ganha talão de cheques, cartão de crédito e começa a sofrer para dar conta deles. Arranja um estágio que lhe dá tanto prazer quanto estresse, pára de pedir R$ aos seus pais e - não tem jeito!, vê que é mesmo um adulto. Você descobre que todas as teorias que você aprende na Universidade, quase nunca vão lhe servir no seu ambiente de trabalho explorador-capitalista.

Comigo foi assim.

Mas é claro que valeu a pena, ê, ê!


Aaaaah, ia esquecendo, fui (fomos) aprovada (aprovadas - Lívia e eu) com 10!! Ê!!

Bjos ; )




P.S.: Ao som de "Blá, blá, blá... Eu te amo" (??) - Lobão

P.S.: Jáder, boa sorte! Que tudo dê certo nessa nova fase da sua vida. Clichê, eu sei. Mas é sincero! E, Lívia, fica bem. Beijos especiais aos dois!


Tensão pré-TCC

Esmalte? Unhas? Isso não me pertende mais!
E pensar que eu nem estava nervosa até duas horas atrás...

(Defesa do TCC, hoje, às 14h, auditório do Palácio Pirajá)

Como diria Biá, "coraaaaagem"!



Bjs ; )

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Era uma vez...





Estavámos, gorda e eu, dando uma voltinha no xops, quando resolvemos pegar um cinema.
"Bora, tô doida para ver 'Era uma vez...'"
"Que filme é esse, Aline?"
"É um filme nacional"
"Qual a história?"
"Não sei, só sei que é do mesmo diretor de '2 filhos de Francisco'"
"Ah, tah... me animei muito pra ver esse filme agora"
"Não, mas é bom..."


Bem, mesmo sem colocar muita fé na indicação da gorda, fomos ver o tal do "Era uma vez...". Só três conto mesmo a meia - sem falar que as outras sessões da tarde eram de Arquivo X, Batman e A Múmia, nada que me apetecesse. Entramos na sala e só havia um casal. Entramos tão cedo que pela primeira vez vi os comerciais do cinema.

Ainda bem que a gorda não sabia a história de "Era uam vez..." porque talvez eu tivesse desistido de assistí-lo e acabaria perdendo um filmaço. É um filme que segue a linha de "Cidade dos Homens' e "Tropa de Elite' para contar um "Romeu e Julieta", tendo como pano de fundo o cotidiano carioca, com todas as suas nuances: a beleza dos cenários, a criminalidade, a injustiça social.

Dé (Thaigo Martins) e Nina (Vitória Frate) são vizinhos. Moram em Ipanema. Ela, na Vieira Souto - metro quadrado mais caro do Rio de Janeiro. Ele, no Morro do Canta Galo - tão famoso quanto o endereço de Nina. O enredo pode parecer clichê: menino pobre que se apaixona pela menina rica; os dois acabam namorando e vivendo um amor que é mal visto tanto pela família dele quanto pela família dela. Ok? Ok. Mas "Era uma vez..." é mais que isso.

É um filme inquietante, que faz o espectador nutrir sentimentos diversos durante o desenrolar de sua história em uma "cidade perdida". Agora, que acontecimentos são esses que prendem, emocionam e chamam o espectador a mergulhar na crítica social feita por Breno Silveira (o de "2 filhos de Francisco") só vendo o filme... eu não sou louca de contar porque senão a Biá me mata (sem contar qeu eu já dei uma super "dica" sobre o fim).

"Era uma vez..." entrou em cartaz em julho e eu nem sabia da existência dele. Tudo bem que não sou rata de lançamentos de cinema, mas se ele tivesse causado um terço da polêmica que "Tropa de Elite" antes mesmo de seu lançamento, talvez ouvir alguém falar dele não soasse estranho para tantos de vocês quanto foi para mim.

Ah, como diria a Polly, "vale o ingresso". Mas se você não tiver 3 conto (!!!) nem pressa, é só esperar o dia que ele for o "Filme do O DIA".


Beijing!! ; )


P.S.: jogão hoje, hein?? As meninas do futebol não ganharam o jogo, mas ensinaram Ronaldinho Gaúcho e companhia como se joga com raça e amor à camisa. E amanhã, "dá-lhe, Argentina"!!

P.S. 2: ouvindo "3ª do plural", Engenheiros.