domingo, 29 de novembro de 2009

25.11.09


Vamos fingir que não estou escrevendo este post com quatro dias de atraso, ok?


Impressionante como a vida é imprevisível. Um ano atrás, eu escrevia, aqui em coisasdevanessa, pelo mesmo motivo de hoje, mas em situação radicalmente oposta.

Em 2008, uma briga, um pseudo-relacionamento se desfazendo, insegurança, uma sensação de desconfiança e fracasso.

Em 2009, um amor que se solidifica a cada dia, uma vontade enorme de estar junto, de crescer junto, de conquistar junto.

Em um ano tantos desencontros, tantas descobertas, tantos sufocos, tanta felicidade.

Quem diria que hoje seríamos um casal-modelo? Logo um casal formado por dois medrosos que levaram dois anos para admitir que gostavam um do outro. Logo um casal tão "fora do convencional", tão cheio de diferenças. Eu tão metida a independente, tão cheia de mim e 'liberal-alternativa'. Você tão desapegado, tão reservado e tão conservador. Quem diria?

Talvez nosso acerto tenha sido exatamente não querer acertar a qualquer custo; foi aceitar que gostávamos da companhia um do outro, mas não exigir rótulos, compromissos e anéis.

Talvez nosso grande acerto tenha sido permitir que o tempo pudesse, mesmo com nossos erros, mostrar o quanto éramos importantes um para o outro, o quanto nos admirávamos, o quanto fazíamos bem um ao outro.

E não há receitas para isso. Não há nenhuma regra que nos obrigue a nos apaixonarmos alucinadamente e logo em seguida virarmos de fato um casal. E por não haver receita é que nosso 'test drive' deu tão certo. Por isso assumimos o compromisso de compartilharmos, de buscarmos a felicidade um do outro apenas quando já o fazíamos - mesmo sem a tal da obrigação.

E é por me fazer tão feliz, por fazer eu me sentir tão amada, por cuidar de mim, por ser tão atencioso, por estar comigo em todas as situações (com ou sem TPM) e por tudo que vivemos nesses três anos e que vamos viver por tantos mais que te desejo FELIZ ANIVERSÁRIO!

Outro Lugar - Milton Nascimento

Cê sabe que as canções são todas feitas pra você
E vivo porque acredito nesse nosso doido amor
Não vê que tá errado, tá errado me querer quando convém
E se eu não tô enganado acho que você me ama também

O dia amanheceu chovendo e a saudade me contêm
O céu já tá estrelado e tá cansado de zelar pelo meu bem
Vem logo que esse trem já tá na hora, tá na hora de partir
E eu já tô molhado, tô molhado de esperar você aqui

Amor eu gosto tanto, eu amo, amo tanto o seu olhar
Andei por esse mundo louco, doido, solto com sede de amar
Igual a um beija-flor, que beija-flor,
De flor em flor eu quis beijar
Por isso não demora que a história passa e pode me levar

E eu não quero ir, não posso ir pra lado algum
Enquanto não voltar
Não quero que isso aqui dentro de mim
Vá embora e tome outro lugar
Talvez a vida mude e nossa estrada pode se cruzar
Amor, meu grande amor, estou sentindo
Que está chegando a hora de dormir.



;)

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Baratinhas

Eu não posso dizer o nome do local por medo de, sei lá, ser processada, uma vez que não tenho provas da denúncia bombástica que farei (menos, Vanessa, menos). A informação, porém, eu não posso deixar de repassar.

Um bar frequentado pela galerinha descolada de Teresina também é frequentado por baratinhas.

Siiim. Você paga caro achando que parte do tal valor agregado dos produtos lá consumido é direcionado para dedetização, mas na verdade não há nada disso. Mas a culpa não é sua. Até o Reinaldo Gianecchini pensaria.

;)

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Libertação

Quem mora ou conhece Teresina sabe que essa é uma terra de mulheres bonitas. Aliás, como as moças daqui são também muito vaidosas, Teresina acaba tornand0-se uma cidade de mulheres realmente muito bonitas. Todas com cabelos longos, lisos, peles de pêssego, maquiagem perfeita e muito bem vestidas. E isso é um problema entre aquelas que não tiveram uma forcinha da natureza ou não têm dinheiro e/ou vocação para viver em salão de beleza e em shopping.

Quem mora ou conhece Teresina sabe que mesmo nesse calor infernal (ultimamente na casa dos 40º C) a escova/chapinha são indispensáveis para qualquer mulher que não queira ser olhada com desprezo pelas demais (sim, mulher se arruma para as outras mulheres).

Meu cabelo sempre foi muito volumoso - o que dá aquele efeito de 'juba', e meio indefinido: às vezes mais liso, às vezes mais ondulado. Para tentar minimizar o problema, comecei a fazer escovinha ainda na pré-adolescência, antes mesmo de virar moda entre as teens. Inicialmente, usava o secador portátil da minha mãe. Aos 14, ganhei um de uso profissional e o vício tomou conta de mim. Jamais saía de casa com o cabelo molhado. Rua, só depois de 40 minutos sagrados de escovação - em um ritual meio complexo, afinal, fazer uma 'auto-escova' não é tarefa das mais fáceis.

Cheguei a aderir às tais escovas progressivas, japonesas, inteligentes. Mas nunca passei da primeira sessão. Vezes por não ter achado o resultado grande coisa, vezes por não ter paciência para fazer hidratação, massagem, manutenção. Também comprei uma chapinha. Aposentei o secador por um tempo e voltei a utilizá-lo quando vi que o estrago (ressecamento e quebra) já estava bastante grande.

E mesmo com esse histórico de 10 anos de dependência, estou há quase dois anos e meio sem chegar perto de secador, chapinha ou afins (seria mais tempo se não fosse o fato de eu ter trabalhado durante a entrega do Prêmio Marcas Inesquecíveis). Resolvi assumir meu cabelo volumoso, às vezes mais liso, às vezes mais ondulado. Não vou mentir que há dias em que dá um pouco de inveja daquelas meninas com seus cabelos lisos, longos e brilhosos. Mas, como diria a Lívia, inveja é para os fracos. Ganhei umas três horas a mais por semana para fazer o que bem entender e isso já faz toda a diferença no meu dia a dia.

;)

Bjos!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

O espetáculo do ridículo

A correria do dia a dia (saudade dos hífens dele) tem feito com que dedique menos tempo à TV e à busca de bobagens na internet. Mesmo que eu esteja dando uma de Robert e ande com um pouco de delay em relação às tiradas engraçadinhas do resto do mundo, até que isso tem sido bom.

Por muito pouco eu não fiquei sem assistir ao espetáculo do rídiculo protagonizado pela jornalista Venina Nunes duas semanas atrás, durante uma entrada ao vivo no programa Hoje em Dia, da Rede Record.

Venina entrevistaria o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmerman, sobre o famigerado apagão elétrico. A utilização do verbo entrevistar no futuro do pretérito deve-se ao fato de a entrevista não ter passado do campo das possibilidades.

Na verdade, quando a repórter foi chamada pelo apresentador do programa, o secretário já estava preparado (posicionado, com os fones no ouvido) para dar uma entrevista ao vivo para uma repórter da Rede Globo, que aguardava o momento de entrar na transmissão do Mais Você.

Se você imaginar o cenário mais esdrúxulo possível, não ficará difícil acreditar que as duas praticamente engalfinharam-se por conta dos tais ao vivo, incluindo produtoras, assessor de imprensa do Ministério e tudo o mais. A jornalista da Globo afirmava que seu link já estava pronto; já a da Record bradava que aquele era o horário marcado para a sua entrevista.

Sem querer achar culpados e vítimas (apesar de eu ter meu palpite), quem sai realmente derrotado é o bom senso. E a imagem que a sociedade faz de nossa profissão - que para muitos é deum bando de carniceiros, venais, comedores de criancinhas, também fica um pouco riscada. Mesmo que aquele tipo de atitude não coincida com a forma de trabalho e princípios de muitos jornalistas, confesso que já vi coisa bem parecida e não faz muito tempo.]

o.O

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Chuva!


Chuva em THE!!
Em novembro!!
Agora está mais fácil matar a vontade de um banho de chuva... ;)

domingo, 15 de novembro de 2009

Mudanças

Você passa a vida fazendo as coisas de um modo X. Um belo dia, você acorda para Jesus e vê que talvez não seja nada daquilo e começa a fazer, ou ao menos tentar fazer, as coisas de um modo Y. Mas nem assim as coisas parecem bem e você começa a pensar que nem sempre mudar aquilo que você acha que não está certo faz com que as coisas pareçam menos erradas.

Confuso, né?


Vamos a um cenário hipotético:

Você sabe que as expectativas são responsáveis por 65% de seus problemas ou infelicidades.
Mas você simplesmente não consegue deixar de ter expectativas, especialmente por ter como parâmetro o seu próprio comportamento - ou seja, imaginar que as pessoas agiriam como, ora, você.
Você muda o seu comportamento como uma forma de tentar fazer com que as expectativas diminuam.
E não adianta. Parece que suas escolhas continuam sendo erradas, que as suas expectativas não vão te deixar em paz e que o vazio vai sempre continuar existindo.

Pois é, né?

=/

Drops - parte 12

enigmáticos:

- Loura, feliz aniversário. Amooo s2

- E a chatice, quando acaba mesmo? (auto-depreciativo)

- Sou mais o Amauri

- alguém me manda a discografia do Jason Marz...